Antes mesmo de serem lançados, o público leitor está ansioso procurando os novos livros do escritor Salomão Larêdo, que, mesmo sendo um dos nomes mais importantes de nossa literatura, enfrenta a tarefa de conseguir patrocínio para editá-los. E Larêdo promete novidades na arte literária inclusive uma nova forma narrativa com as obras Galo Teso e República das Mulheres, respectivamente romance e conto.
A novidade são os cadernos populares que o escritor vem publicando com a memória revelada de algumas personalidades de nossa sociedade,como por exemplo, Dalila Ohana, Nagib Chamoun, Sônia Renda , o ator de teatro José Moraes, dentre outros e sobre os padres paraenses de nossa arquidiocese, denominado “Monsenhores”.
TEOLOGIA CULTURAL
Salomão Larêdo que é escritor de ficção, gosta também de fazer o que chama de literatura testemunhal que é a memória afetiva e a história social. Nessa área, está editando , depois de intensa pesquisa, o livro “Terra dos Romualdos” com 800 páginas de texto e fotos sobre a região do Baixo Tocantins, uma espécie de etnografia, ou como ele mesmo chama, teologia cultural. ( texto: Patrícia . Martins )
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
CADERNOS POPULARES
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Prefeitura de Belém condecora o escritor Salomão Larêdo
No dia 12 de janeiro de 2009, em comemoração aos 393 anos da fundação de Belém, o escritor Salomão Larêdo, recebeu da Prefeitura Municipal de Belém, a maior comenda do município, denominada “ Medalha do Mérito Francisco Caldeira de Castelo Branco”, fundador de Belém, em 1616.
A cerimônia aconteceu às 19 horas no Cinema Olímpia, espaço cultural da PMB à Praça da República, presente diversas personalidades agraciadas com a medalha.
A Prefeitura de Belém comunicou ao escritor a aprovação de seu nome para o recebimento da medalha num reconhecimento do governo municipal a expressão intelectual e referência pública cultural que é referido escritor.
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É O AMOR NOS TEMPOS DO CÓLERA*
Começa salvar-se o patrimônio cultural cametaense?
Salomão Larêdo
Escritor e Jornalista
Especial para o Magazine
Não é referência ao livro quase homônimo do escritor colombiano Nobel de Literatura de 1982 , Gabriel Garcia Marques – O amor nos tempos do cólera – e, sim o amor, a consciência cultural e o profissionalismo das técnicas do Sistema Integrado de Museus e Memoriais – SIM – que foram salvar , em Cametá, a imponente e importante tela “Cólera Morbus” - , feita em 1858, por Constantino Pedro da Mota Chaves, retratando a grande epidemia do final do século XIX quase dizimando aquela cidade sob o olhar de seu filho cametaense Ângelo Custódio Corrêa, presidente da Província do Pará que também morreu vitimado pelo cólera contraído em Cametá - que se deteriorava em meio as goteiras no prédio onde por muitos anos funcionou o Museu Histórico da cidade.
Cametá, nesse sentido é quase Macondo - a aldeia do livro “ Cem Anos de Solidão” com que Gabo ganhou o Nobel, em 1982 - , se não se apressar em preservar seu enorme patrimônio histórico e cultural, também lingüístico. Cidade que já foi capital de Belém assiste desaparecer suas primeiras ruas tragadas pelo rio Tocantins, e, se não fosse a competência da equipe do SIM/Secult , liderada por sua diretora Renata Maués que é expert em restauração, estaríamos hoje também sem esse móvel memorial de nossa identidade.
Há alguns dias Renata Maués, diretora do SIM, a diretora do Museu de Arte Sacra de Belém , Zenaide de Paiva e a técnica em conservação e restauro Alcione Ribeiro, às expensas do governo do estado, viajaram até Cametá e durante três dias avaliaram a situação da tela em questão e deram conta da tarefa: salvar aquele patrimônio.
No antigo espaço fétido e impróprio que abrigava o museu,as técnicas começaram o processo de higienização da tela reatando ao chassi que estava se despreendendo. Depois, procederam a retirada da tela da moldura encupizada , fazendo o faciamento na lona para evitar que a policromia se perca.
Tarefa árdua em razão da ausência de suporte material inexistente em Cametá, porém, ao cabo dos três dias, a tela estava bem acondicionada e pronta para ser transportada para novo espaço destinado a abrigar as peças do que poderá ser novamente o Museu Histórico de Cametá.
Presentemente Renata explica que está procurando estabelecer os termos do convênio entre a Secult e a prefeitura Municipal de Cametá para que seja assinado pelo titular da Secult, Edílson Moura e pelo prefeito de Cametá Waldoly Valente, documento de cooperação técnica para que , em primeiro lugar e de forma urgente, seja feito o transporte da tela com todo o cuidado e precaução, de Cametá para o laboratório de restauro da Secult, em Belém.O atual dirigente do MHC, folclorista Manuel Valente, confirmou à Renata Maués que a tela foi finalmente transferida paro espaço do atual museu, o prédio da antiga Câmara, reformado.
A restauração da tela demandará, calcula Renata, entre oito a onze meses a um custo está sendo calculado para orçamento que terá a participação do Governo do Estado e a contrapartida da Prefeitura de Cametá.
É vontade da diretora do SIM - Sistema Integrado de Museu e Memoriais-, que a tela, após restaurada, fique exposta no Museu do Estado do Pará, em Belém durante três meses e depois siga para integrar o acervo pictórico do Museu Histórico de Cametá que deve passar por uma completa readaptação e remodelação em sua estrutura física e administrativa com espaço para tratamento das peças, muitas hoje,conforme se ouve falar, espalhadas em diversos locais de particulares, na cidade, justamente por absoluta falta de espaço condigno para abrigá-las no antigo prédio do museu.
Levantamento e sistematização das peças e de todo acervo será feito e deverá ser publicado catálogo de tudo que foi restaurado. Embora haja notícias de que muito material tenha sido extraviado, os técnicos têm esperança de recuperá-los integrando-os ao patrimônio cultural dos cametaenses.
Muito embora ainda vá ser feito o teste de pigmentação, a tela, para a restauradora Renata Maués, pintada por Constantino Chaves, foi feita a óleo. Informa também que a história do artista pintor e da tela já está sendo levantada. Calcula que em Janeiro de 2010 a tela deverá ser exposta em toda a sua beleza, em Belém.
O museu de Cametá durante muitos anos foi dirigido pelo santeiro, escultor, pesquisador e historiador Raymundo Penafort, homem sério que fez todo o possível para manter funcionando, mesmo sem recursos e sem apoio, o museu. A dedicação e o zelo de Penafort fizeram Cametá ainda ter esse museu. Mas, infelizmente Penafort morreu e o museu – inobstante todo o cuidado das demais direções e funcionários – ficou em situação de indigência devido a total falta de apoio e recursos. O prédio deteriorando e cheio de goteiras, tornava o local insalubre, colocando em permanente risco quem ali trabalhava e as peças carentes de cuidado.
Felizmente após muita pressão – de quem se preocupa com o estado da cultura cametaense - , o poder público destinou espaço mais condizente para abrigar as peças do museu, precisando de orientação que agora o SIM pretende suprir uma vez que é desejo da Secult, proceder acertos para que os museus municipais do Pará façam parte do Sistema e recebam orientação técnica ao seu funcionamento, e, claro, todos, continuarão sendo patrimônio do povo de seus respectivos municípios.
Confesso ao leitor, particularmente, que, como cametaense da Vila do Carmo, escritor e cidadão do mundo, sofri e me indignei muito com a situação do Museu Histórico de Cametá. Faz-se necessário mais responsabilidade e cuidado com o que resta da cultura quatrocentona de Cametá , fundada oficialmente a 24 de dezembro de 1635 , mas já existente pelas mãos dos bravos Camutá desde 1612, portanto, antes mesmo da fundação de Belém e sempre carente de recursos, tendo em seu rico patrimônio, tudo para ser uma cidade que possibilite aos seus moradores o viver dignamente como ser humano através do aproveitamento sócio-econômico de sua grandiosa cultura: o casario antigo, a fala cametauara, as danças, os costumes, tradição, cozinha, a arquitetura, política, nomes ilustres, a história do Pará feita e ali vivida, tudo pode ser explorado economicamente em proveito de todos de uma maneira diferenciada do que costumeiramente faz o consumismo neoliberal mecânico, perverso e sem fruição para os verdadeiros atores e sujeitos de sua vida e do que é seu. O povo cametaense pode fazer isso sacudindo a poeira do atraso a que historicamente se deixou submeter por ainda não ter assumido para aproveitar , a seu favor, sua história, sua identidade, sua identificação e a sua significativa cultura.
*Cólera Morbus – Nome da epidemia que assolou o Norte do Brasil, em 1855, destacando-se, Belém e Cametá, pós revolução social do povo paraense, a Cabanagem - 1835 a 1840 - . Para saber mais,dentre outros, consultar: “Cólera, o flagelo da Belém do Grão Pará, de Jane Felipe Beltrão; Rayol, Domingos Antonio – “ Motins Políticos…” e Salles, Vicente, “ Memorial da Cabanagem”.
O texto acima saiu em forma de matéria - adaptada e sintetizada para o espaço do jornal - publicada na capa do caderno MAGAZINE, do jornal O LIBERAL , edição de domingo, 04 de janeiro de 2009, com o seguinte título: Patrimônio dos tempos do cólera”.
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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Prêmio Monteiro Lobato
O livro de conto “Sarrabulho – a lenda da Cobra Norato” é o grande vencedor do cobiçado “Prêmio Monteiro Lobato” , concedido pela União Brasileira de Escritores. Salomão Larêdo, um dos nomes de destaque na atual literatura paraense, recebeu hoje a notícia dessa premiação por seu trabalho literário e que será entregue no dia 31 de outubro na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro.
O escritor Salomão Larêdo, que também é professor,jornalista e advogado, há alguns anos obteve outro prêmio da UBE pelo seu livro de contos Timbuí, a lenda da anta.Escritor de muitos prêmios nacionais por seus trabalhos literários, Salomão Larêdo tem mais de quarenta livros publicados em edições independentes, entre romances, contos e na área da memória.Larêdo é considerado um romancista prolífico despontando como um dos grandes autores da literatura contemporânea.
Sarrabulho – a lenda da Cobra Norato, é livro de conto onde o autor em texto customizado ficcionou a partir das diversas versões da lenda existente na literaura amazônica e cuja versão mestra utilizada na mimese consta do final da obra em que trabalha a narrativa com as duas personagens principais, o Noratinho, que é do bem e faz doutorado na Alemanha e sua irmã, Maria Caninana, que é do mal e que o autor apelida de cidadã Kane, ou Jill Bóia ou Kanina ou Abilia ou Lia ou Kanna, também Kani ou simplesmente Naná, dependendo da situação que ela se envolva ou do lugar onde trafegue: Sri-Lanka, Paris, Hamburgo, Belém, Cametá ou Moju ou Londres ou Cambodja, porque Maria é mulher versátil e usa suas flexibilidades para sobreviver nas relações do mundo globalizado e de economia neoliberal que evidencia o ter no lugar do ser humano.
Como sempre costuma elaborar sua literatura, Salomão, neste Sarrabulho, faz intensa crítica social e política chamando atenção para a natureza, sobretudo a humana e sua relação com a degradação sócio-ambiental, explicando que Caninana não está nem aí pra sua mãe, é hedonista,sedutora, esperta e vive prazerosamente, mas é ardorosa defensora do meio-ambiente e por isso detona as embarcações - navios de longo curso de toda espécie que trafegam nos oceanos ,bem como os de pequena cabotagem que singram águas interiores onde trafegam balsas, lanchas, cascos que poluem as águas.
O personagem Norato não esquece sua condição e de que sua mãe o espera em Cametá para o desencante, conforme a lenda prescreve que a cobra é muito feia e precisa ser acutilada na cabeça por um soldado virgem e que seja derramado em sua cabeça, leite de mulher parida, assim a monstruosa cobra fica estirada no cais de Cametá à espera dessa providência.
Sarrabulho foi editado em formato livro de bolso, tem 123 páginas e a ilustração da capa é do artista plástico Emmanuel Nassar cujo projeto gráfico é da dupla Emmanuel Nassar/Aline Coelho.
A mãe das duas cobrinhas, na primeira parte do livro se chama Zaís, mulher linda e elegante a quem o pajé, bêbado de uísque em Nova Iorque, revela - , após a mãe consultar o curador se devia matá-los ou jogá-los no rio, pois, no alto mundo social, não podia aparecer nem grávida - que se os matasse, ela morreria também. Então a mãe resolveu soltá-los no rio onde se criaram.
Sarrabulho é, conforme Salomão Larêdo, o quarto livro da sua tetralogia da estética da sedução e o último livro da série manga/encantamentos, fazendo parte da Coleção Mapará.
O romancista revelou que pretende ir receber seu prêmio na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, caso obtenha apoio nesse sentido e que está trabalhando intensamente para editar mais alguns livros entre os anos de 2008/2010 a fim de comemorar seus quarenta anos de atividades literárias completadas em 2008.
A respeito do prêmio, disse que é importante porque pode ser uma chance da literatura produzida no Pará despertar o interesse do leitor nacional.
Salomão Larêdo nasceu na Vila do Carmo, município de Cametá, é advogado e mestre em teoria literária pela UFPA, é membro das Academia Paraense de Letras e de Jornalismo e é líder fundador de entidades que agregam os escritores da Amazônia e o idealizador do I Jirau da Literatura Paraense que Larêdo chama de Feira do Livro do Pará, que foi efetivado em maio deste ano, no Centur, pela Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves – FCPTN. Salomão Larêdo é escritor que luta pela valorização da cultura amazônica e é também conhecido como permanente promotor da leitura e batalhador na formação do leitor crítico e trabalhando pela implantação de bibliotecas que funcionem 24 horas e que os acervos estejam nos barcos, ônibus, paróquias , clubes e outros espaços para a democratização da leitura e se tenha políticas públicas para o livro e para a leitura na Amazônia.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2008
O ARTISTA DO SEU LUGAR - CONHECE?
Recebo e-mail de estudantes de Manaus interessados na obra do escritor paraense Eidorfe Moreira. Fico contente! Recordo que Manaus deu mais importância ao escritor paraense Raimundo Moraes que nós, que não conhecemos e nem valorizamos o artista local. Eidorfe Moreira, do Pará, e Samuel Benchimol, do Amazonas, são nomes que não podem ser esquecidos pelo muito que contribuíram com suas pesquisas sobre a nossa região. São escritores importantíssimos para nossa cultura.
Neste mês de agosto dedicado a cultura popular que chamamos de espontânea, procuremos saber mais sobre quem produz literatura no Pará. Daqui deste espaço chamo a atenção do leitor, aos nomes de José Ildone, na Vigia, Edilson Pantoja, em Belém, Américo Leal, em Paragominas, e de Ademir Brás, em Marabá. Confira.
CONHEÇA NOSSOS ESCRITORES
DE ONTEM: Eidorfe Moreira
Nascido na Paraíba, se considerava totalmente paraense porque sua formação cultural se deu em Belém. Professor e pesquisador, faleceu em 1989, ano em que o Conselho Estadual de Cultura do Pará publicou as Obras Reunidas de Eidorfe Moreira. São 8 volumes do que há de melhor produzido pelo grande intelectual, que é referência entre nós. Da filosofia à literatura, passando pela economia e destacando-se na geografia, seus livros estão esgotados. Eidorfe faz parte da Literatura Paraense que deve ser conhecida.
DE HOJE: Edna Castro
Socióloga, paraense de Belém com doutorado na França, atualmente coordenadora do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA, é autora de diversas obras importantes para o conhecimento e entendimento da região amazônica e recentemente publicou o livro Belém de Águas e Ilhas, do qual é organizadora. Esse articulado trabalho de pesquisa investiga a relação que o homem urbano tem com a água em seu entorno, feito por diversos profissionais das instituições de pesquisas na Amazônia.
INDICAÇÃO: A FORMAÇÃO DA LEITURA NO BRASIL, Marisa Lajolo e Regina Zilberman, 374 pgs.
Para quem quer saber sobre a dificultosa formação do leitor brasileiro, é obra indispensável.
Salomão Laredo - Literatura Pará - Revista Fox - Ano VIII - Número 87 - Agosto 08 - Belém/PA
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
Cartão de Crédito Corporativo - Sua tapioquinha nunca mais será a mesma

Você já viu na Tv, você já leu nos Jornais!
Sabe aquele cartão que as "autoridades" usam pra gastar a nossa grana...
Agora é a sua chance de ter seu próprio Cartão de Crédito Corporativo!
Faça saques em dinheiro, pague tapiocas, alugue carros e compre mesas de bilhar. Tudo isso com seu Cartão de Crédito Corporativo, a fatura nunca chega, e se chegar, acaba em pizza!
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terça-feira, 17 de junho de 2008
O Google encontra quase tudo...
Se você é dessas pessoas que passa horas em frente ao computador e sempre que precisa encontrar algo recorre ao Google, aqui vai uma dica:
Se você procura é um bom candidato para votar nas próximas eleições, siga as instruções...
Entre na página do Google.
Digite "Político Honesto"
Selecione "páginas em português"
clique em "estou com sorte"...
O resultado é assustador.
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terça-feira, 27 de maio de 2008
MAPARÁ, PATRIMÔNIO CULTURAL DE CAMETÁ
E o mapará que bamburrava nas águas tocantinas da área de Cametá, sumiu e o pouco que se encontra, concentrou-se no lago de Tucuruí que nunca teve tradição piscosa do tipo mapará (hypophtholuns edenatus) .
Mas, o cametaense continuou convivendo com a fama de ser papamapará ou de que “era papamapará” como passei a usar nos meus livros.
Bem lentamente começam a aparecer as camboas com o mapará cametaense, o pescador vê, com emoção o brilho prateado entre as canoas no bloqueio. Há um aceno de esperança nesse meio de vida do caboclo mais consciente de sua ação no mundo que precisa de equilibrio sustentável nessas manejadas políticas públicas impostas pelo neoliberalismo econômico que só olha o lucro do capital, o homem da Amazônia se ferrando, feio.
Por isso, venho, antes que o mapará desapareça no mercado exportador, antes que algum aventureiro de outras plagas se aposse e aí seja tarde demais, na condição de cametaense, reivindicar seja o mapará reconhecido como patrimônio cultural de Cametá,local tradicional onde ainda se pode saborear tão gostoso prato, um petisco que pode e deve ser servido de todo tipo e jeito,dentre os quais: cosido , frito, moqueado , no lixo ou de barriga cheia, seco, com pirão de açaí, com feijão, no quitim, como café da manhã, no almoço ou no jantar, com farinha d’água ou seca, com pimenta, com limão, no tucupi, o lanzudo se presta até para adornar pizza e pode ser feito no caldo da vinagreira, com maxixe, limão azedo, na tala, assado e mil outros modo.
Você, leitor, sabe porque todo cametaense é inteligente? Porque come cabeça de mapará, dizia o escritor conterrâneo Victor Tamer e corroborado pelo poeta Alberto Mocbel, mestro Cupijó pelos famosos artistas: Natal Silva, Kim Marques, Ivan Cardoso, médicos Luis Malcher, Herundino Moreira e pelos lingüistas Danuzio Pompeu e Doriedson Rodrigues e tantos outros filhos de Cametá.
Quer comer mapará com açaí, farinha e aviú ? Vá à Cametá à festa de são João,no próximo mês de junho e se empanturre de tudo o quanto tem de gostoso na cozinha cametauara e ajude a tornar o mapará patrimônio cultural de Cametá, com pitiú e tudo o mais.
Salomão Larêdo, advogado, escritor e jornalista
(Publicado no Jornal O Liberal , edição do dia 26 de maio de 2008 – Belém – Pará )
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
Mil Mães Amamentado às Margens da Baía do Guajará
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segunda-feira, 12 de maio de 2008
Piada
Na aula de biologia, o professor pergunta:
- Joãozinho! Quantos testículos nós temos?
- Quatro professor - responde o menino sem pestanejar.
- Quatro? Você ficou doido?
- Bem… Pelo menos os meus dois eu garanto!
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sexta-feira, 2 de maio de 2008
Faroeste Caboclo
Margem esquerda do Igarapé do Francez, município de Santa Cruz do Arari– o terror foi desencadeado no início de março de 2008, quando o pistoleiro Piauí e outros capangas invadiram e atearam fogo em diversas casas de colonos na localidade de Francez, expulsando as famílias e saqueando suas residências. Segundo o relato do presidente da Associação dos Pequenos Produtores Rurais da Comunidade de Francez, José Almir Alves da Costa, o ato de pistolagem se deu a mando do proprietário da Fazenda Santo Elias, sr. Guilherme Benchimol que, na manhã do dia 8 de abril, “ali chegou em uma voadeira juntamente com o pistoleiro Piauí e outros desconhecidos, com armas de fogo, que novamente deram o ultimato aos colonos para o abandono de suas residências em dez dias, pois se não saírem irão sofrer graves conseqüências”, sob a alegação de que as terras pertenceriam ao fazendeiro. Desde então, cerca de setenta famílias deixaram suas pequenas posses, escondendo-se em casas de parentes, como bandidos fossem, ou mesmo deixando a localidade com medo de sofrer as “graves conseqüências”, como ameaçou o pistoleiro. Piauí, também conhecido como José Amoedo, é bandido conhecido na região de Cachoeira e Santa Cruz, tendo cerca de vinte denúncias por homicídio, sempre de forma violenta, a serviço de fazendeiros inescrupulosos.Na seqüência dos fatos, na manhã do dia nove, a professora da pequena escola da localidade foi procurada por algumas famílias que tiveram as casas queimadas e saqueadas, e cedeu a escola para que guardassem o que restou de seus pertences. Sem ter a quem recorrer, pois o presidente da Associação não estava na região, os moradores conseguiram uma rabeta e pediram à professora que acompanhasse um grupo para ir à delegacia de Santa Cruz do Arari, onde foi registrado o ato criminoso dos capangas do fazendeiro Guilherme Benchimol. Aconselhado a procurar a Juíza e a Delegacia em Cachoeira do Arari, o grupo seguiu para esta cidade vizinha onde o presidente da Associação prestou Termo de Declaração no dia 25 de abril, permanecendo o grupo até o dia 29 em Cachoeira, sem recursos e ameaçados de morte caso voltem à comunidade, conforme telefonema recebido na própria Delegacia de Cachoeira citando especificamente a professora – consta que o pistoleiro aguarda o grupo no caminho de volta. No entanto, na madrugada do dia 30, o grupo de moradores voltou de motor para o Francez, mesmo correndo perigo de vida, enquanto a professora permaneceu em Cachoeira acompanhando o andamento das investigações.O Igarapé do Francez divide os municípios de Anajás e Santa Cruz do Arari, na região dos campos da Ilha do Marajó. A comunidade fica em sua margem esquerda e a escola na margem direita (município de Anajás), atendendo sessenta e três alunos dos dois municípios. As terras em litígio localizam-se no município de Santa Cruz do Arari e compreendem uma área de pouco menos de seis mil hectares, demarcadas em 22 de abril de 2004 pelo Instituto de Terras do Pará – ITERPA como de propriedade da Associação dos Pequenos Produtores Rurais da Comunidade Francez, segundo o protocolo no. 2002/308531.Em outro documento - certidão emitida em 27 de agosto de 2003 - a Gerência Regional de Patrimônio da União no Pará e Amapá – GRPU/PA-AP certifica a tramitação do processo de no. 05010.001401/2003-32 referente ao pedido da Associação de cessão de uso da área caracterizada como terreno de marinha e de propriedade da União, destinada à implantação de projeto de Manejo Florestal Sustentado de Açaizeiro. No decorrer desse processo, ao final de 2007 foram emitidos pela GRPU/PA-AP os primeiros Termos de Autorização de Uso “para o desbaste de açaizais, colheita de frutos ou manejo de outras espécies extrativistas”, como consta no Termo de no. 5503/2007, emitido em 26 de novembro a favor de Benedito Cordeiro da Silva, um dos moradores que teve parte de sua residência queimada pelos bandidos.Hoje, segundo o presidente da Associação, José Almir, vivem no Francez mais de cem famílias, das quais cerca de setenta estão escondidas com medo da ação dos pistoleiros de Benchimol. Acostumados na antiga e perversa tradição do coronelismo e na prática da “meia”, vários fazendeiros do Marajó lucram com a exploração do trabalho escravo das famílias que residem em “suas terras” há gerações, conforme denunciou Benedito Cordeiro. Outro caso recente que bem ilustra essa prática criminosa ocorreu ao final de 2007 quando Teodoro Lalor, colono da localidade de Gurupá no município de Cachoeira do Arari, sofreu perseguição e foi preso por denúncia do fazendeiro Liberato de Castro.Lalor ocupa uma área de manejo de açaí pretendida por Liberato, mas ganhou na Justiça a autorização de uso e enfureceu o fazendeiro que explora outras áreas na região de Cachoeira e Ponta de Pedras com a prática da “meia” – o colono colhe o açaí e metade fica com o fazendeiro. Em janeiro de 2008, doente e internado no Hospital de Cachoeira, Lalor recebeu a solidariedade de colonos de toda a região que realizaram duas passeatas pelas ruas de Cachoeira com apoio da Federação dos Trabalhadores na Agricultura – FETAGRI/PA, e teve a prisão revogada por ordem da Juíza da Comarca.No entanto, enquanto Piauí e seus comparsas, a mando de Guilherme Benchimol, aguardam o retorno dos colonos do Francez na curva do rio acostumados nos desmandos do coronelismo e na certeza da impunidade que o isolamento do Marajó sempre facilitou, as notícias agora viajam na velocidade da internet, importante arma na luta pelos direitos humanos e pela terra a quem nela trabalha.Cachoeira do Arari, abril de 2008
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
Walcyr Monteiro - 35 anos de Visagens e Assombrações

Em 2007, Walcyr Monteiro comemorou 35 anos da publicação Visagens e Assombrações de Belém, no jornal A Província do Pará e 10 anos da primeira edição do número um da série Visagens, Assombrações e Encantamentos da Amazônia.
Regozijada com o evento, a União dos Escritores e Artistas da Amazônia - UEAMA, realiza a Exposição Walcyr Monteiro - 35 anos de Visagens e Assombrações, que apresenta as diversas edições dessas obras e outras em várias áreas. Assim, poderá ser visto o exemplar de A Província do Pará, de 1972, que contou a primeira história - A Matinta Pereira do Acampamento, as 5 edições de Visagens e Assombrações de Belém (a 5ª edição encontra-se na 3ª tiragem), a série Visagens, Assombrações e Encantamentos da Amazônia com suas edições, As Incríveis Histórias do Caboclo do Pará, Miscelânea ou Vida em Turbilhão, Cosmopoemas, o livro editado pelo Instituto Piaget, Histórias Portuguesas e Brasileiras para as Crianças (em co-autoria com o escritor português Fernando Vale) e o conto Presente de Natal, publicado em Português, Espanhol, Inglês e Japonês pela Editora Shinseken, do Japão.
Informações sobre peças teatrais, filmes de curta-metragem (como por exemplo, "Visagens", o primeiro filme em Stop Motion do Pará), espetáculos de dança e outros, serão vistos nesta exposição, que também mostra o trabalho de Walcyr Monteiro utilizado em atividades escolares de ensino fundamental e de universidades, sendo objeto de vários TCCs.Enfim, a exposição Walcyr Monteiro - 35 anos de Visagens e Assombrações apresenta uma mostra deste incrível universo encantado.
P R O G R A M A Ç Ã O
Fundação Cultural Tancredo Neves
Hall de Entrada - 23 a 30 de abril de 2008 / 8h30 às 19h
Banco da Amazônia Espaço Cultural
02 a 14 de maio de 2008 / 10h às 18h
Fundação Cultural Tancredo Neves
Hall de Entrada - 06 de maio a 05 de junho / 8h30 às 19h
Universidade da Amazônia - Unama
Galeria Graça Landeira 13 a 30 de junho / 9h às 12h - 15h às 22h Sábado das 9h às 12h
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
MOCBEL, CUPIJÓ, PENAFORT

A biblioteca pública de Cametá ainda não tem nome. Deveria denominar-se Victor Tamer, possante escritor cametaense e passar a funcionar no antigo grupo escolar Dom Romualdo de Seixas, um prédio histórico, bonito, na Praça dos Artistas, ao lado do prédio sede da administração municipal, que foi repintado. É amplo e pode suportar climatização boa, iluminação correta, móveis apropriados e bom acervo para ser usado e utilizado na formação do leitor com espírito crítico. Cametá progredirá muito se investir em educação e cultura que se dá por meio da leitura e para que isso seja uma realidade concreta, é preciso que tenhamos muitas bibliotecas e salas de leitura em todo o município. Exemplo recente é a sala de leitura da comunidade do Cuxipiari, idéia e implementação do professor Orlando Cassique Alves, ação de formar leitor que se espraia pelo Paruru, Carapajó e adjacências.No espaço físico desse grupo escolar acima citado poderia funcionar também um auditório, área para restauração de acervo como pinturas, telas, livros, jornais, revistas. Poderia ter uma hemeroteca, gibiteca, brinquedoteca e videoteca, além de uma fonoteca denominada mestre Cupijó.Venho solicitar ao prefeito de Cametá, que programe grande homenagem ao poeta Alberto Mocbel e ao maestro Cupijó (Joaquim Castro) .Mocbel além de ser ex-prefeito de Cametá, é o grande poeta da terra dos Romualdos. Nome de expressão na literatura nativa, dono de grandes obras literárias, Alberto Mocbel é um intelectual que orgulha e enobrece sua terra e sua gente e está , sabiamente, acima de quaisquer questões partidárias.Mestre Cupijó, é o nosso maestro contemporâneo, autor de importantes peças do cancioneiro popular cametaense, pesquisador, arranjador e mestre de gerações, band-leader e que forma, ao lado do poeta Alberto Mocbel, parceria das mais prolíficas há muitos anos.Cupijó e Mocbel merecem de há muito, que suas obras sejam editadas pelo poder público em alto estilo para que novas gerações se abeberem nessas sábias fontes. Aproveite, caro prefeito, o ensejo, e na mesma oportunidade preste homenagem post-mortem à família de músicos Satiro de Melo, ao escritor Victor Tamer, amante e defensor de Cametá e sua gente e outra de igual tamanho ao ilustre santeiro Raimundo Penafort, ambos falecidos recentemente. Aproveite a noite da cultura e valorize e destaque Juvenal Tavares, Ignácio Moura, Luis Barreiros, escritores de renome estadual e nesse diapasão, lembre dos bispos cametaenses: Romualdo Coelho, Romualdo de Seixas e Milton Pereira. Recorde dos artistas plásticos Andrelino Cota, Jeremias Rodrigues, dos juristas Edgard Olinto Contente e Octavio Mendonça e tantos e tantos outros.Quem ganha com isso é Cametá porque demonstra que valoriza sua história, sua cultura e seus artistas.Salomão Larêdo, escritor e jornalista
Salomão Laredo (Publicado na edição do dia 19.03.2008 de O Liberal)
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sexta-feira, 4 de abril de 2008
Logomarcas - Partidos Políticos (CDR)
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Eleições Municipais 2008 - Legislação
Lista com as Normas e Resoluções para as Eleições Municipais 2008 (Arquivos em PDF)
Res 22.712 - Atos Preparatórios, Recepção de Votos, Garantias Eleitorais, Totalização dos Resultados e Justificativa Eleitoral
Res 22.715 - Arrecadação e Aplicação de Recursos por Candidatos e Comitês Financeiros e Prestação de Contas nas Eleições Municipais de 2008
Res 22.716 - Formulários a serem utilizados nas Eleições Municipais de 2008
Res 22.717 - Escolha e Registro de Candidatos nas Eleições Municipais de 2008
Res 22.718 - Propaganda Eleitoral e Condutas Vedadas aos Agentes
Res 22.719 - Cédulas Oficiais de Uso Contingente para as Eleições
Res 22623 - Pesquisas_Eleitorais
Res 22.624 - Representações, Reclamações e Pedidos de Resposta
Res 4324 - Competencias Juizos EleitoraisEleicoes 2008
Locais de Votação em Belém
Locais de Votação no Pará
Links no site do TSE
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segunda-feira, 31 de março de 2008
Jirau da Literatura Paraense no Centur

Será lançado hoje, às 19h, no Cine Líbero Luxardo (térreo do CENTUR) o I Jirau da Literatura Paraense. Um precioso e democrático espaço de divulgação, comercialização e intercâmbio da literatura paraense.
O evento promovido com parcerias entre a Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves – FCPTN, Secretaria de Estado de Cultura - SECULT, Secretaria de Educação - SEDUC e União dos Escritores e Artistas da Amazônia – UEAMA, viabilizará o encontro dos autores, suas obras e produção de todo tipo e gênero com a comunidade em todos os segmentos sociais.
O lançamento contará com apresentação Lítero-musical dos artistas Renato Torres e Dionelpho Júnior (entrada franca).
Parabéns aos responsáveis pelo evento. Vida longa ao Jirau!
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segunda-feira, 24 de março de 2008
A asa e a serpente (primeiro livro de Andara)

Vicente Cecim
A asa e a serpente
(primeiro livro de Andara)
Minha mão esquerda está cuidando da direita como se fossem dois irmãos
E há aves caindo do céu e se transformando em terra. A mão direita que ainda mata
Bem no começo da viagem, é preciso dizer o que contém este primeiro livro. Ele é o relato da aparição de uma assombração militar em Santa Maria do Grão.
Esta viagem a Andara
E aonde mais?
Na vida.
Andara é perto e longe. Andara está dentro de ti. E fora. E dentro de mim.
Diz a voz
Esta voz
E agora, se vocês já estão prontos para as febres do sangue sem esperança de um prisioneiro da cabeça escura e das idades do homem
Já?
Mais tarde teremos um dia na vida do homem sem memória.
E depois, arte mecânica e revolta.
Isso anuncia dois finais. Falsos. Para escolher
E bem no finzinho, cairá a chuva.
Mas essa, irmãozinhos, é uma outra, e rara, chuva
Eles ainda entregarão outras crianças às águas, arrastados pelo desejo de tocar o fundo
Por que estas palavras, e não outras, para contar pela primeira vez a vocês a história?
Agora passo a narrar, sem fôlego,
às vezes alegre, às vezes triste,
todo o conteúdo de um dos meus sonos.
Um dos mais reais
Tudo se dá aqui, entre luzes e sombras.
E não lá, onde respira o vapor dos venenos cotidianos o leitor impossível de tocar de outro modo, à traição. Com estas mãos. As mesmas que revelarão uma última porção de terra fértil na palma,
depois que o último homem houver passado,
distraído,
olhando os pés que vão porque querem ir como os olhos vão porque querem ir neste texto que fala de uma tarde dada ao acaso.
O morto voltou numa tarde. Então começo por essa tarde.
Também voltam os guinchos e os animais que fazem uma careta cômica para a origem do bem e do mal.
Eu falo do tecido fino onde a vida dá sentido à vida.
E este é o relato.
Nele, vocês verão apenas dois focinhos humanos.
O meu e o do sargento Nazareno.
Os outros estarão velados pela noite de uma fábula detestável.
Mas ao mesmo tempo é uma atmosfera limite o que me leva esconder as identidade das suas carnes e a intenção de dar a vocês um jogo e um ingrediente do susto infantil
A memória. Um retorno sobre os mesmos passos para onde quer que se vá.
Mas não neste caso, talvez
Será uma fala da outra voz a invenção do Nazareno e desta história escura, estremecida de relâmpagos em plena estação do medo
Meti a mão no passado,
mas é um passado que guardo na memória sem ter vivido um só momento dele, eu não estive lá
para extrair um fantasma assim sem vida, um tanto estragado e mutilado depois que o matei pela primeira vez. E sujo de terra depois que eu o enterrei com a ajuda de um cortejo de miseráveis e infelizes criados pela imaginação, ou sonhados. Ou é sem dúvida a memória. Ou dos quais apenas me lembro desde que comecei a falar de improviso, sem nenhuma realidade sob os pés.
E no entanto eu não minto
Tenho ainda um olho vivo e este outro olho, morto, enterrado na cara. Mas ele é necessário, como verão. Sem ele não teríamos um morto de volta à vida.
E é pelo segundo olho, o que morreu, que posso jurar
Embora seja o primeiro que veja que estamos prontos para dar início.
- Tu és pó e do pó retornarás.
Esta é a operação revoltada que alterará o passado e a tradição dos circos ambulantes, pela substituição de uma única letra numa voz que fala de fatalidade
E assim caímos, ou volta à tona o texto, no momento exato em que o Nazareno está regressando para começar a sua segunda vida, na qual ele recusará todo o horror e as cruzes de vidro que o dia de ontem alimentou no seu ventre com rações de violência. Não teremos mais seus dentes à mostra. Eu falo de um homem que dirá adeus às cidades e penetrará num rio com vegetais vermelhos, em busca da felicidade, com uma provisão de mistérios em cada lábio.
Eu e os infelizes havíamos enterrado o seu corpo, depois que eu o matei, num caixão capaz de resistir ao ódio de um morto à traição.
Mas a sua volta era a evidência, em pleno ar daquela tarde, de que nem a madeira mais dura pode resistir à outra intenção com que eu conto esta história.
O Nazareno voltava.
E carregava seu caixão na cabeça. Ia entrando, com passos exaustos, pela rua que o levaria à sombra dos monumentos irônicos que espiam a vida na praça de Santa Maria do Grão enquanto olhos ocultos o viam chegar. E não respire, não viva. Ninguém quis acreditar no que viu
Ele estava acabado como um morto que segue em busca de uma estrela, naquele fim de tarde de resto igual aos outros, lento, parando para se deixar engolir pela noite.
Quando parou, espanto e medo. Estava onde eu temia. Vi que era o mesmo lugar onde eu havia espetado o seu corpo com a faca,
uma emoção do rancor. Uma sombra de homem com uma faca por trás de um homem adormecido.
Digo tudo o que vi no meu sono. Sem pudor.
Ele sentou. E era o chão onde eu fiz correr um mar vermelho, o sangue apagado pela memória das testemunhas e, também, pelos pés do acaso fazendo a sua passagem por ali
Pôs o caixão do seu lado. Apoiou a costa na parede de uma casa. A costa onde haveria uma cicatriz azul, ao redor da ferida,
ou nada. Tudo podia ter sido apagado pela morte. E sua cabeça caiu da altura de um abismo para a paz do seu peito, um jardim sem piedade.
Afundando assim, ele dormiu. E esqueceu que havia voltado.
E veio a noite com um vento negro, que deu fim em alguns homens, espetáculo rodopiante de desesperos e gritos.
As mulheres e as crianças, porém, ousaram sair para as ruas e não foram molestadas por estranhos. É assim a vida.
Quem inventou esse vento?
O medo, que voltava, como antes, junto com o morto.
Ou ele é apenas o efeito artificioso com que quero instalar, assim logo de início, uma atmosfera ainda mais suspeita para fortalecer este meu relato suspeito e destroçar todo o poder infantil que vocês têm de aplacar as tempestades.
Escolham
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quinta-feira, 20 de março de 2008
Semana Santa
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quinta-feira, 13 de março de 2008
Reciprocidade
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sexta-feira, 7 de março de 2008
O Eterno Feminino
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quarta-feira, 5 de março de 2008
1º Salão de Humor da Amazônia
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Maestro Waldemar Henrique da Paz
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Grito Rock 2008
carnaval. Em Belém, a Dançum Se Rasgum Produciones traz ao Açaí Biruta uma noite com
o melhor da nova música independente. Dia 1º de fevereiro, as bandas locais I.O.N., Filhos
de Empregada e Clepsidra se juntam a amazonense Tetris e ao canadense Chris Murray na edição de Belém do Grito Rock 2008.Quem encerra a noite é a banda Irracional, formada por Sammliz, Renato Torres, Ícaro Suzuki, Leo Chermont e Adriano, especialmente montada para tocar os clássicos da fase Racional de Tim Maia.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
UFPA AMPLIA CAMPUS DE CAMETÁ
UFPA AMPLIA CAMPUS DE CAMETÁ E QUER ENCAMPAR MUSEU HISTÓRICO
A Universidade Federal do Pará deve repassar ao campus universitário do Tocantins/Cametá dois milhões de reais referentes ao Programa de Reestruturação das Universidades Públicas – REUNI -, para que sejam construídas seis salas de aula climatizadas, auditório para 200 pessoas, biblioteca setorial e salas de professores com cabines individuais. A construção terá início no primeiro semestre de 2008 e estará concluída em dezembro do referido ano, como afirma o coordenador do Campus, Prof. Dr. Gilmar Pereira da Silva e o Vice-coordenador Prof. M.Sc. Doriedson Rodrigues.
Todo o campus foi recentemente revitalizado e por ficar em uma área pequena no bairro da Matinha, será verticalizado em dois pavimentos.
A condenação afiançou que tudo que eles prometeram na campanha, já realizaram e estão fazendo além, como a implantação do curso de Pedagogia no município de Mocajuba e o de Letras em Pacajá. Destacaram ainda que com o plano de reestruturação das Universidades a partir de 2009 entrará em funcionamento além dos cursos já existentes os cursos de Historia, Matemática e Ciências Naturais.
A administração aguarda o termo de doação, por parte da prefeitura de Cametá, de uma área mais ampla – que poderá ser a área do antigo aeroporto - onde funcionará o campus II da UFPA em Cametá, que abrigará além de outros cursos, área esportiva e de recreação. Considerando a história da cidade de Cametá, a meta da UFPA é transformar o Campus num pólo de educação/ensino e cultura que atenda a região.
A administração, em parceria com as prefeituras, tem planos para instalar bibliotecas em todas as sedes dos municípios do Baixo - Tocantins sob jurisdição do Campus de Cametá, ou seja: Cametá, Limoeiro do Ajuru, Oeiras do Pará, Mocajuba, Baião e Pacajá e transformar a biblioteca setorial em uma espécie de Biblioteca Regional cujo acervo e atendimento sirvam de referência. A fim de firmar esse propósito, já há um embrião deste projeto no município de Mocajuba.
O coordenador garante que neste ano conclui o planejamento para que seja instalado até o ano de 2010, um curso de pós-graduação stricto sensu em Linguagem, Educação e Trabalho,além da ampliação dos cursos de especialização que já funcionam no referido Campus.
A coordenação se empenhara para fechar convênio com as prefeituras para que se possibilite a construção de alojamentos para os estudantes que vem das vilas, ilhas, sítios, povoados e dos demais municípios estudar no Campus de Cametá.
No dia 21 de fevereiro a Coordenação entregará o “Auditório Alberto Mocbel” e a “Biblioteca Salomão Larêdo”, homenagem a dois escritores cametaenses contemporâneos. Na oportunidade será criado o Núcleo de Arte e Cultura do Campus que vai desenvolver o teatro, a música a dança e que será dirigido pelos diversos grupos de teatro existente na cidade. A Coordenação pensa num espaço físico para funcionar o teatro-experimental, que poderia ser o prédio histórico onde funcionava o “Grupo Escolar Dom Romualdo de Seixas” ou ainda o prédio da antiga Câmara Municipal. Para tanto proporá parceria com a Prefeitura Municipal de Cametá.
Haverá ainda nesse dia, o lançamento do livro “Educação do campo na Amazônia: uma experiência”, organizado pelos professores Heloisa Canali, Doriedson Rodrigues, Gilmar Silva e Maria de Nazaré Araújo.
A Coordenação do Campus, juntamente com a comunidade acadêmica, tendo em vista a realização do curso permanente de História e considerando isso como uma grande conquista para a região, espera que a parceria com a prefeitura de Cametá ocorra o mais breve possível, e assim possamos dar nossa contribuição assumindo de forma acadêmica e administrativa um dos principais patrimônio da memória cametaense que é o Museu Histórico de Cametá, afirma o coordenador: “tenho o máximo interesse em firmar parceria com a prefeitura para assumirmos o museu, que servirá como laboratório para o curso de História, onde poderemos manter equipes de estagiários que ajudem nos trabalhos de restauro, coleta de informações e sobretudo, contribuir com a preservação desse patrimônio histórico que é um dos retratos desta bela cidade que está beirando os 400 anos de fundação. Nossa meta é contribuir com o desenvolvimento da região que abriga uma significativa comunidade que vem ajudando na construção de um humanismo transformador visando a construção de uma sociedade mais justa, fraterna e feliz”.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2008
Lei contra os estrangeirismos (The Upgrade)
Uma informação: mais de 200 línguas, além do português, são faladas no Brasil: cerca de 190 línguas indígenas e 20 línguas de comunidades descendentes de imigrantes. (voltaremos ao assunto em breve)
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
O fim da CPMF e a volta ao "quinto dos infernos"
Depois de ter engordado "provisoriamente" os cofres do governo nos últimos treze anos, a CPMF que substituiu o IPMF de 1994, finalmente foi derrubada. O que tinha tudo para ser uma ótima notícia está sendo devidamente reeditada pelo já previsto "plano B" do governo, um pacote de medidas destinadas a compensar as perdas decorrentes do fim da cobrança. Com isso, o governo passou a alíquota que era cobrada na CPMF(0,38%), para o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), o que na prática, restaura a antiga cobrança. Por falar em antiga, é da época do Brasil-Colônia, a expressão "o quinto dos infernos", uma referência ao percentual de 20%, o "quinto", que a coroa portuguesa exigia como tributação dos produtores brasileiros, principalmente de ouro. Essa cobrança de Portugal provocou na população um sentimento de revolta que culminou com a inconfidência mineira e o enforcamento de Tiradentes.
Muitas revoltas depois o Brasil acabou se tornando "independente", mas o "quinto" já não é mais o mesmo. Bem alimentado por nossos valorosos políticos, o quinto dos infernos, praticamente dobrou de tamanho e continua crescendo... Quantos "enforcamentos" ocorrerão até que o povo realmente lute por seus direitos?
Veja abaixo a "listinha" de tributos (impostos, contribuições, taxas, contribuições de melhoria) existentes no Brasil:
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Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante - AFRMM - Lei 10.893/2004
Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968
Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000
Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação"
Contribuição ao Funrural
Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955
Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)
Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Lei 8.621/1946
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942
Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991
Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946
Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946
Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) - art. 9, I, da MP 1.715-2/1998
Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993
Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)
Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)
Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001
Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE Remessas Exterior - Lei 10.168/2000
Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002 Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional - CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002
Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)
Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)
Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001
Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)
Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.
Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974
Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)
Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9998/2000
Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002.
Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
Imposto sobre a Exportação (IE)
Imposto sobre a Importação (II)
Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)
Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)
Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)
Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica)
Imposto sobre Operações de Crédito (IOF) + (Acrescido do percentual da alíquota da CPMF)
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)
Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI)
Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)
INSS Autônomos e Empresários
INSS Empregados
INSS Patronal
IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)
Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro
Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - Lei 10.870/2004
Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981
Taxa de Coleta de Lixo
Taxa de Combate a Incêndios
Taxa de Conservação e Limpeza Pública
Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental - TCFA - Lei 10.165/2000
Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - Lei 10.357/2001, art. 16
Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)
Taxa de Fiscalização da Aviação Civil - TFAC - Lei 11.292/2006
Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - Lei 7.940/1989
Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes ou Concursos - art. 50 da MP 2.158-35/2001
Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23
Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - Lei 10.834/2003
Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004
Taxa de Licenciamento Anual de Veículo
Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal
Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999
Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus - Lei 9960/2000
Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da Lei 9933/1999
Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)
Taxa de Outorga e Fiscalização - Energia Elétrica - art. 11, inciso I, e artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996
Taxa de Outorga - Rádios Comunitárias - art. 24 da Lei nº 9.612/98 e nos art. 7 e 42 do Decreto 2.615/1998
Taxa de Outorga - Serviços de Transportes Terrestres e Aquaviários - art. 77, incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001
Taxas de Saúde Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18
Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004
Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)
Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998
Nota: Laudêmio, Pedágio, Aforamento e Tarifas Públicas não são considerados tributos. Veja porquê.
Fonte: Portal Tributário
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
A hora da virada

Se você é do time que acha que 2007 já vai tarde, então tá na hora da virada, tá na hora de apelar...
A maioria das pessoas tem um ritual ou simpatia para atrair bons fluidos no ano novo. Vale de tudo, desde da roupa na cor certa, o lugar, a comida, vale de tudo.
Pra começar vai até o vêr-o-pêso, passa lá na Banca da Dona Coló e encomenda logo o "banho". Um daqueles com nomes bem peculiares: Vence-tudo, abre-caminhos, busca-longe, chega-te-a-mim, chama-dinheiro, Atrativo da perseguida, Atrativo do chora-nos-meus-pés, Pega e não me larga.
Aproveita a viagem e compra também um daqueles amuletos, patuás e muiraquitãs para atrair dinheiro, saúde, sorte no amor e bons fluidos.
Se a situação for desesperadora o jeito é seguir uma das simpatias "infalíveis" que fazem sucesso lá pelas bandas do veropa:
SAÚDE E AMOR: Se no seu caso, além da sorte, está faltando a competência aqui vai a receita:
Antes do encontro, tome umas duas garrafadas de "viagra da selva", fabricado à base de marapuama, catuaba, vergalho de coati, pau-ferro, noz-moscada, mururê, guaraná, puxuri cravo-da-índia e pinga de abaetetuba.
Para acompanhar o aperitivo, pode escolher uma ou mais frutas (in natura) entre taperebá, açaí, pupunha, araçá, bacaba, bacuri e fruta de cedro. Para o jantar prepare uma arraia guisada com mariscos frescos e turu cru passado no limão e sal. A Maria Navalhada, especialista no assunto, jura pela fé da mucura que "é tiro e queda" (por via das dúvidas, não esqueça de levar papel higiênico).
DINHEIRO: Se você anda meio panema, mais "liso" que sarapó e quer "bamburrar" em 2008, o negócio é caprichar nas mandingas. Ferva três litros de água e coloque algumas folhas de laranjeira, de fortuna, de erva de bicho, um ramo de salsa, uma colher de sopa de pó de canela. Espere amornar e despeje do pescoço para baixo, depois de seu banho normal.
Para ajudar a sorte, corte uma pena de urubú (preferivelmente do ver-o-pêso) em sete pedaços guarde um dos pedaços na carteira e jogue os outros seis na maré.
Não conte para ninguém que fez esta ou aquela simpatia. O segredo é a alma do negócio.
Aproveitem para começar o próximo ano com o pé direito. O importante é ter pensamento positivo, não só nesta época, mas em todos os dias. O importante é acreditar!
Feliz Ano Novo e Boa Sorte!
VOCABULÁRIO:
Perseguida: genitália feminina
Liso: sem dinheiro
Sarapó: Gymnotus carapo - Peixe (muito escorregadio) comum na região Norte do Brasil.
Bamburrar: ganhar muito dinheiro
Garrafada: bebeiragem preparada com ervas comum no mercado do Ver-o-pêso, em Belém do Pará
Turu: espécie de molusco que vive nas árvores em putrefacção do mangal.
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Fernando Souza
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quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
2014, Belém é show na Copa e na Cozinha
Bem, amigos da rede (aquela da sesta depois do açaí com peixe frito)...
Em 2014 a Copa volta pra casa e Belém se prepara para abrigar uma das sub-sedes da competição. Segundo os especialistas, Manaus é nosso maior adversário nessa briga (o que eu não concordo).
Acho que nosso maior adversário somos nós mesmos (o que não é pouco, considerando as várias "picuinhas" políticas que entravaram durante anos, obras como a macrodrenagem, o Entroncamento, o Mangueirão e outras menos votadas). É claro que temos capacidade de sediar uma das chaves da Copa, mas é preocupante principalmente a questão política, a possibilidade de falcatruas, superfaturamentos, negociatas e as briguinhas provincianas tão comuns por essas bandas. Se conseguirmos superar esse obstáculo, o resto a gente tira de letra.
Para um povo que está acostumado com a multidão (recebemos milhares de pessoas para Círio todos os anos), receber bem é uma rotina, é uma característica de nossa gente. Somos um povo apaixonado e futebol é uma dessas paixãoes onde Paysandu e Remo dão vida a uma das mais antigas e prestigiadas rivalidades do futebol brasileiro, o "clássico-rei da Amazônia" RExPA.
Temos uma cidade linda no portão de entrada da Amazônia. E há muito para o visitante experimentar e descobrir. O Teatro da Paz (um dos mais belos do brasil), a Basílica Santuário de Nazaré, a Catedral, as praças, os museus, as igrejas, só para começar.
A Estação das Docas e o Malgal das Garças são locais onde os cheiros e sabores dessa culinária única, convidam para o banquete ao som de animados ritmos de nosso folclore e embalados pela sensualidade de nossas danças.
Independente dos benefícios imediatos que esse evento pode deixar na cidade em termos de investimentos em diversos setores, é pela oportunidade ímpar de mostrar essas maravilhas ao mundo, que sou favorável a realização da Copa em Belém e caso isso se confirme, fica aqui a sugestão para os interessados, no período do evento, realizarmos paralelamente, Festivais gastronômicos, de música, folclore, dança, de artesanato, feiras e eventos que possam potencializar tudo que temos de bom para oferecer.
Que venha a Copa! ao som do carimbó, com gosto de açaí e cheiro de patchouly
Inté 2014, parente!
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Mensagens Genéricas - Natal e Ano Novo
Ainda não teve tempo de mandar suas mensagens de fim de ano?
Faltou tempo ou inspiração?
Seus problemas acabaram. Aqui tem um monte de mensagens para você escolher.
Agora vê se pelo menos para as pessoas que você considera "especiais" tu arranja tempo de escrever.
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Fernando Souza
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11:17:00 AM
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
É fantásico!
Finalmente uma notícia boa, pelo menos era o que eu imaginava quando vi a chamada da matéria no fantástico. Trio de vovós fazem turismo indo de Vitória, no Espírito Santo até Belém do Pará. A matéria mostrou as senhoras em alguns felizes momentos da aventura e finalizou dizendo que de Belém vão levar ótimas fotografias, mas que a cidade não está preparada para receber deficientes.
Sou obrigado, não só a concordar, como ir mais além. Belém não está preparada nem para alguém dito "normal". Basta dar uma volta pela cidade para confirmar o que estou afirmando. São calçadas para todos os gostos. Cheias de vasos de cimento (chumbados no concreto), com correntes, muretas, elevadas do nível da rua, revestida de lajotas (uma verdadeira armadilha, quando estão molhadas), com bancos e mesas de concreto, estacinamento de bicicletas, depósito de entulhos.
É preciso fazer valer o Código de Posturas do Município de Belém no que diz respeito aos direitos e deveres individuais e coletivos.
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Fernando Souza
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11:06:00 AM
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Método de avaliação muito Interessante
Em uma entrevista para emprego, o psicólogo dirige-se ao candidato e diz:
- Vou aplicar-lhe o teste final para admissão.
- Tubo bem - diz o candidato.
E o psicólogo pergunta:
- Você está numa estrada escura e vê ao longe dois faróis emparelhados vindo na sua direção. O que você acha que é?
- Um carro - diz o candidato.
- Um carro é muito vago. Que tipo de carro? Um BMW, um Audi, um Volkswagen?
- Não dá pra saber, né?
- Hum... resmunga o psicólogo, que continua.
Vou fazer-lhe outra pergunta:
- Você está na mesma estrada escura e vê só um farol vindo na sua direção. O que é?
- Uma moto - diz o candidato.
- Sim, mas que tipo de moto? Uma Yamaha, uma Honda, uma Suzuki?
Candidato, já meio nervoso:
- Sei lá. Numa estrada escura, não dá p’ra saber.
Aqui vai a última pergunta:
- Na mesma estrada escura você vê de novo só um farol, menor que o anterior. Você percebe que vem bem mais lento. O que é?
- Uma bicicleta.
- Sim, mas que tipo de bicicleta? Caloi, Monark, Magna?
- Não sei.
- Está reprovado!! - diz o psicólogo.
Aí o candidato dirige-se ao psicólogo e pergunta:
- Interessante esse teste. Posso fazer uma pergunta ao senhor também?
- Claro que pode. Pergunte.
- O senhor está de noite numa rua iluminada.Vê uma moça com maquiagem carregada, vestidinho vermelho bem curto, girando uma bolsinha, o que é?
- Ah! - diz o psicólogo - é uma prostituta.
- Sim, mas quem? A sua irmã? A sua mulher? Ou a puta que te pariu???
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Fernando Souza
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Músicas para o seu natal
Fundo musical para o seu fim de ano.
Coracao de Natal
Feliz Natal
Fim de Ano
Jingle Bells
Natal das Crianças
Natal em Paz
Natal Festivo
Noite Silenciosa
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Fernando Souza
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Nota 100 para Dona Adelaide

Dona Adelaide aquela senhora simpática, proprietária do Hotel farol, em Mosqueiro, completa hoje 100 anos. Portuguesa de nascimento e paraense por opção, a centenária senhora é responsável pelo clima "família" do Hotel. Nossos parabéns, não só à ela, mais também aos filhos, netos, bisnetos e amigos, pelo privilégio de tão honrosa companhia.
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Fernando Souza
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Entrevista com Benedicto Monteiro
Entrevista com Benedicto Monteiro publicada na revista Caros Amigos, edição de novembro de 2006.
Homem do povo, getulista histórico, amigo de Jango, Brizola e Ribeiro, deputado estadual do Pará, cassado, caçado e preso em 1964, anistiado e eleito duas vezes deputado federal, procurador-geral e secretário de Estado do Pará, o escritor nascido e criado às margens do Amazonas, renovou a literatura, a poesia, a música e a filosofia do seu povo. É autor de romances, poemas, músicas, e muitos livros publicados, entre os quais a sua tetralogia amazônica que imortaliza o personagem Miguel, o mestiço que a pena de Benedicto fez ícone da nacionalidade, elevando-o à galeria maior da nossa representação literária, onde já figuram o sertanejo de Euclides da Cunha, o jeca de Monteiro Lobato e o gaúcho cantado nos ditirambos dos pampas. Este repórter leu a obra e, na sua modesta opinião, o mestiço miguel não fica em desvantagem em relação a ninguém. Como eles, se integra com tal perfeição à "teia da vida", que seu espírito, pleno de resistência e liberdade, Fritjof Capra identificaria como um condutor do "ponto de mutação".
Nele, a síntese amazônica, fundamental ao homem brasileiro, vem tornar completo o "homem do equador", anunciado pelo profeta Oswald de Andrade.
Mario Drumond: Benedicto, a Amazônia ainda é nossa?
Benedicto Monteiro: Eu diria que politicamente, o território como é visto no mapa, ela é nossa, ainda. Mas as influências que vem sofrendo, em especial econômicas, sejam estrangeiras ou do sul do país, são sempre serviço de interesses de fora. Até as conquistas culturais e científicas que tivemos, como o Museu Emílio Goeldi e outros museus, a Embrapa, o Instituto Evandro Chagas, o Enaea e outros centros de pesquisas, que detêm acervos de conhecimentos fundamentais para a Amazônia, não são nem sequer levados em consideração. Isso porque a Amazônia é, para as elites mundiais e nacionais, apenas um depósito de riquezas estratégicas.
Mario Drumond: Os poderes estaduais, como os do Pará e Amazonas, exercem algum poder real sobre seus territórios?
Benedicto Monteiro: Em 1964, logo após o golpe, só o governo do Estado do Pará teve subtraído cerca de 75% do seu território. Setenta e cinco porcento! Todo esse território passou ao governo federal. Em recente entrevista, o diretor do Iterpa revelou que há cerca de 50 mil títulos de propriedade fraudados. Cinquenta mil! Fora as terras que os grileiros ocupam. O decreto era um absurdo, foram desapropriados 100 quilômetros de cada lado das estradas federais existentes, em projeto ou por projetar. Então, era tudo! Eu vejo agora que intuito dos militares era assegurar uma anti-reforma agrária na Amazônia. Porém, quanto aos 100 quilômetros, penso que foi erro datilográfico ou loucura dos que redigitam o decreto-lei, que serviu a muitas arbitrariedades do INCRA, do Getat, e do Gabem, no domínio e na distribuição de 75 porcento das terras do Pará. Depois foi revogado. Só que enquanto vigorou colocaram lá quem quiseram, sem o governo do Pará tomar conhecimento.
Mario Drumond: E o que é feito dessas terras? O governo as entregou a estrangeiros ou a testas-de-ferro?
Benedicto Monteiro: É uma caixa-preta, ninguém sabe nada. Mais importante, para mim, é a riqueza mineral da Amazônia, a região mais rica do mundo em minério... Você fala em ouro, ferro, manganês, cobre, níquel, tudo que é minério, lá temos mais que em qualquer outro lugar. Isso estava sob o controle da Vale do Rio Doce, que era estatal, mas o governo FHC a entregou ao estrangeiro por um preço que não pagaria nem a área de terra (cerca de 400.000 hectares) que ela ocupava no
Pará. Para te dar uma idéia, citando só dois exemplos: todo o ferro de Carajás é exportado e o alumínio que é produzido no Pará é dos japoneses.
Mario Drumond: E essa história de que nos mapas europeus e dos Estados Unidos a Amazônia foi subtraída do Brasil?
Benedicto Monteiro: Eu ouvi depoimentos de diversas pessoas que me dizem que, no ensino básico das escolas européias e norte-americanas, a Amazônia já está sendo apresentada como patrimônio da humanidade, e não como pertencente ao Estado brasileiro. O povo, infelizmente, não sabe de nada, até porque não tem acesso à informação do próprio Estado, nem da realidade amazônica. Nem as elites, inclusive as políticas, querem saber do Pará. Se você, hoje, questionar um deputado da nossa Assembléia, ele não via saber te responder nada. Com o nosso velho aparato de Estado dominado por uma política econômica que privilegia o sistema financeiro, nós no Brasil não podemos fazer nada pela Amazônia. Nem mesmo preservá-la.
Mario Drumond: Nem o governo federal, que concentra todo o poder de decisão, teria condições de dar uma solução?
Benedicto Monteiro: Teria, se seus ocupantes soubessem o que é a Amazônia. Porque, se soubessem o que ela significa para o Brasil, se preocupariam muito mais com ela. É lá que residem as soluções para a economia nacional. Uma obra que considero importante, do professor Samuel Benchimol, demonstra que, se a Amazônia fosse aproveitada lucidamente pelo Brasil, já teríamos as dívidas pagas, externas e internas. Mas ninguém, em esfera alguma de poder, quer saber de estudar a Amazônia. No meu caso, foi diferente. Talvez por ser escritos e ter estudado o homem na Amazônia, me tornei o que chamam agora "ecologista". Minha obra ficcional é, por si, um manifesto ecológico, mas tratando o homem como parte da natureza e não como um perigo para ela. Eu creio que a única maneira de salvar o Brasil, de salvar a Amazônia, é a alfabetização ecológica.
Mario Drumond: Você acha que essa nossa ignorância é fomentada pelos que querem nos tomar a Amazônia?
Benedicto Monteiro: Eu não acho, eu tenho certeza. Já o papel da mídia, comandada sabemos por quem, está jogando não só no Brasil, mas em todo o mundo, com a divisão entre o que eu chamo de “ecologia profunda” e “ecologia superficial”. Estão dando toda a ênfase à “ecologia superficial”, que vê o homem como preservador, conservador ou destruidor, mas sempre fora da natureza. Com isso, querem que as pessoas se preocupem apenas com a preservação das riquezas. Para quê? Para servir às estratégias dos países hegemônicos, e não às nossas. Mas existe uma resistência na Amazônia. No início do século 20 havia cerca de 4 milhões de indígenas na Amazônia, que, de lá pra cá, foram dizimados, um verdadeiro genocídio. Isso significa que houve resistência, uma resistência que persiste no mestiço, que miscigenou com o índio e se fez seu herdeiro legítimo. É ele que está lá, a postos, pronto para enfrentar o invasor. O grande problema são as elites, e quando digo elites não me refiro apenas às elites sociais. Eu me refiro às elites políticas, dos trabalhadores, dos empresários; são elas que têm prejudicado economicamente o Brasil.
Mario Drumond: Essa postura francamente entreguista das elites teria origens no udenismo pós-Getúlio?
Benedicto Monteiro: No Pará não tivemos esse udenismo exacerbado do sul. Agora mesmo, o atual governador chamou grupos folclóricos para um trabalho de preservação da nossa música, que é riquíssima. Nenhum Estado ou país possui a quantidade de ritmos e formas musicais que existem no Pará. E isso estava se perdendo. Então temos de concordar que é uma iniciativa bem pouco udenista.... Lá existe um espírito nacionalista ainda vivo. A única forma de resistência que pode prosperar no Brasil é o nacionalismo. E não é à toa que ele existe no Pará. Sempre fomos muito ligados a Portugal, a primeira nação desbravadora do mundo e, portanto, o primeiro nacionalismo. Aliás, no início, o Pará era ligado diretamente a Portugal, e não ao Brasil. A cabanagem, por exemplo, foi uma revolução nacionalista, nativista e patriótica, e acabou sendo esmagada por autoridades portuguesas, já na regência brasileira. Como ainda hoje, as autoridades federais não sabem que o Pará é um Estado membro da República Federativa do Brasil.
Mario Drumond: Você acha que a Amazônia poderia ter vocação industrial?
Benedicto Monteiro: Olha, a Amazônia pode ser tudo o que quiser. É um mundo por ser conquistado. O que eu acho absurdo é gente do sul que vai lá e volta dizendo que estão queimando tudo, acabando com as florestas... Não sabem nada, e saem falando como grandes autoridades. O que há de verdade nisso acontece de Marabá pra baixo. Por quê? Aquelas terras foram distribuídas pelo INCRA e pelo Getat para multinacionais e gente do sul. Se você for lá, vai ver que é raro encontrar paraense, só gente de fora. Aquelas terras nunca foram queimadas por paraenses. Estão queimando-as para plantio de soja e criação de gado, o chamado “agronegócio”. Mas o que devasta mesmo é a extração irracional de madeira.
Mario Drumond: Existe algum dado sobre a propriedade privada no Pará hoje?
Benedicto Monteiro: Com informações que possam ser acessadas, não. Grandes propriedades privadas de paraenses no Pará, hoje, são poucas. Não há mais grande empresa de paraenses. São todas estrangeiras, japonesas, européias, norte-americanas, do Sul, do Nordeste... No Pará, a dominação ainda está no estágio da dominação econômica. É mantida a fachada de Estado brasileiro, apesar de ser cada vez mais fachada e menos Brasil.
Mario Drumond: Qual a sua opinião sobre Marina da Silva?
Benedicto Monteiro: Com Mesmo sendo ela voltada para a nossa região, seu ministério não tem as mínimas condições para tomar contato com a nossa realidade. Mas eu não teria um nome do poder político atual para substituí-la. A maioria desse pessoal conhece a Amazônia de avião. Para não tomar conhecimento da corrupção da Sudam, simplesmente a fecharam, como fecharam o BNH. Esse governo nada fez pela Amazônia.
Mario Drumond: Uma solução do tipo Marcello Guimarães e as microdestiladiras poderia ser um caminho também para a Amazônia?
Benedicto Monteiro: Com Não só para a Amazônia, para todo o país. O caminho sempre será o das microssoluções. A Amazônia só tem esse caminho. Quando você for lá, eu posso lhe mostrar, por exemplo, o artesanato. Você vai ficar encantado com o que aquele pessoal faz com as coisas de lá. Tudo que a natureza dá eles transformam. Espinha de peixe, vegetais, minerais, é extraordinário. Eu advogo a idéia de que deveríamos ter uma legislação ecológica que considerasse o homem como parte da natureza. Aí, sim, o povo iria se beneficiar e teríamos, enfim, o tal “desenvolvimento sustentável”. Desenvolvimento sustentável só pode vir pelas microssoluções. Considere a nossa experiência com o álcool. Tinha tudo pra dar certo, mas optaram pela produção em latifúndios. Tivemos até um exemplo semelhante ao de Marcello na Amazônia. Na década de 50, nas margens do Tocantins, pequenos proprietários plantaram cana e fizeram renome com boas cachaças.
Isso acabou porque o poder econômico trocou a cana pelo café, como produto de latifúndio facilitador do contrabando. Levavam café, traziam contrabando. Belém chegou a ser a cidade que mais tinha carros “importados”. Não mais fazemos cachaça no Pará. Nada pode ser resolvido em qualquer lugar do mundo com latifúndios, muito menos na Amazônia.
Mario Drumond: Os governos do Pará nunca pensaram nas microssoluções?
Benedicto Monteiro: Os sucessivos governos que tivemos só estimularam latifúndios. E depois vêm falar de desenvolvimento sustentável. Ora... O que falta é interesse do governo em dar educação e condições para que o povo brasileiro resolva os problemas do país. Você pega qualquer político, no Executivo e no Legislativo, e eles nem querem saber disso. Não pensam em estimular, pela educação, o conhecimento do povo da própria terra. No Pará, não tínhamos versão recente da história do Pará, eu tive de fazê-la por meus próprios meios. Em quase todos os Estados brasileiros, isso não existe. O brasileiro está sem noção da própria história, e não tem a menor idéia da nossa geografia.
Mario Drumond: E os ecologistas se aproveitam para dizer que estamos destruindo nossas riquezas por ignorância...
Benedicto Monteiro: Tudo mentira! O Pará é prova de que o brasileiro não destrói, preserva. No que toca à responsabilidade do povo, é o que temos melhor e mais bem aproveitado das riquezas naturais da Amazônia. Sabem fazer e como fazer. Para te dizer a verdade, a única solução possível para o Brasil começa pela reforma agrária. Acho que fui o único deputado que propôs uma lei para a reforma agrária de verdade, mas a nossa Assembléia nem sequer quis discuti-la, mandaram arquivar; e depois mandaram também para a polícia...
Mario Drumond: Por que livros como os seus, e outros importantes para conhecer o Brasil, ficam restritos à língua portuguesa? Não há interesse lá fora?
Benedicto Monteiro: Claro que há. Maria de Todos os Rios foi o meu último livro publicado na Holanda. Agora mesmo, estudiosos alemães estão fazendo uma leitura profunda da minha obra, e tenho recebido gente de vários países com o mesmo interesse. O que não há é interesse dos nossos governos, nem das elites mundiais, em propagar a nossa realidade. Somos um tesouro que querem esconder do mundo.
Mario Drumond: Você acha que vai chegar o dia em que eles vão querer nos invadir e tomar a Amazônia?
Benedicto Monteiro: Entre as formas como as invasões são feitas hoje, a econômica está muito adiantada. A questão da água é preocupante. Não só temos a maior bacia hidrográfica do mundo, como temos vastos aquíferos inexplorados. E tem por aí doido para tudo. Não se lembra daquele que fez o projeto do lado amazônico?
Mario Drumond: O que, na sua opinião, o Brasil precisa saber da Amazônia em primeiro lugar?
Benedicto Monteiro: A meu ver, o mais importante seria o Brasil se conscientizar de que, na Amazônia, somos uma civilização fluvial. E isso nos torna uma região diferente. As rodovias lá ligam rios, saem do nada e vão para o nada. Todo o potencial fluvial permanece inexplorado, nem sequer temos linhas fluviais regulares. Getúlio foi o único estadista que teve visão para a Amazônia. Ele criou o Bando da Amazônia, a Sudam, estatizou toda a infra-estrutura, os serviços públicos, e comprou uma frota de navios na Holanda para suprir os ramais fluviais. Eram transatlânticos que ficavam e Manaus, e faziam a linha Belém-Manaus, e outros portos do Nordeste e do Sul. Navios menores atendiam ramais secundários. Acabou, o que representou enorme atraso para os Estados amazônicos, com prejuízos incalculáveis. Então, se o Brasil quiser entender a Amazônia, tem que começar por entender que somos uma civilização fluvial. Sem entender isso, não prospera nada que se faça pela Amazônia. Todas as cidades amazônicas estão na beira dos rios. Todas as pessoas moram perto dos rios, vivem dos rios, sobrevivem dos rios. Olhe o mapa hidrográfico do Pará e verá que é um emaranhado de rios, sem falar nos igarapés. Belém era cheia de igarapés. Chegaram a planejar torná-la a Veneza brasileira, o que seria, além de belíssimo, excelente para a cidade. Mas vieram os rodoviários, aterraram tudo, encanaram, e aquelas coisas todas que hoje são grandes problemas. Poderíamos estar andando de barco em Belém. E nem a ligação óbvia por via fluvial para Icoaraci e Mosqueiro temos mais. Querem fazer do Pará um estado rodoviário, é um absurdo! Antes fosse transporte ferroviário, mas a única estrada de ferro que tínhamos, acabaram com ela. O que nos resta é o transporte aéreo, e caro. A Panair do Brasil começou lá, com os hidroaviões, pois tinham campos de pouso naturais nos rios. Não temos mais hidroaviões! Se você não tiver a visão de que o homem é parte da natureza, que a natureza é “a teia da vida” que Capra está desvendando, e que somos uma civilização fluvial, de hidrovias, um Estado trançado de rios e igarapés, como você entenderá o Pará, a Amazônia? Nunca vai entender! É por não entendermos a Amazônia que a estamos entregando à exploração vil pelos estrangeiros. O ferro de Carajás, o alumínio, tudo para os estrangeiros.
Mario Drumond: Então estamos perdendo mesmo a Amazônia?
Benedicto Monteiro: Infelizmente, estamos. Mas eu ainda acredito no nosso povo. No passado, foram os mestiços que fizeram a Cabanagem. Eu digo que a Cabanagem foi a única revolução do mundo em que o povo depôs o poder e assumiu de fato o poder. E isso aconteceu no Pará, em 1830. Veio a repressão, e matou mais de 40.000 pessoas. Tivemos em Eduardo Angelim o grande herói revolucionário. Ele liderou a verdadeira revolução brasileira, e eu digo revolução no sentido inclusive marxista – era o povo que derrubava o governo alienígena, imperialista, gente vindo de fora para governá-lo. Um povo que queria e sabia como assumir e conduzir o poder em sua própria terra.
Mario Drumond: A Revolução Caraíba de Oswald de Andrade? Ou um precursor de Solano Lopes no Brasil?
Benedicto Monteiro: Não, não era uma revolução de um ditador. Era o povo conquistando poder. Mas o pior é que os próprios paraenses não sabem nada disso. Eu estudei no Colégio Marista, no Pará, na década de 40. Alguns professores eram franceses, e eu saí de lá sem saber nada sobre a Cabanagem, sobre o Pará e o Brasil. Mas sabendo tudo sobre a França e a Revolução Francesa! E hoje nem isso saem sabendo... É uma tristeza.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2007
ESTREBUSHISMO NA LITERATURA DO PARÁ
Desabafo do amigo Salomão Larêdo, escritor e jornalista.
Estrebucham os que têm vergonha de ser paraense, de falar no Pará, de valorizar o que é nosso e continuam valorizando só o que vem de fora achando que o que temos e produzimos aqui não presta, não serve, não é bom e nesse sentido, certamente, estão redondamente enganados os adeptos do bushismo, embora tenham todo o direito de estrebuchar e estrebushar.
Daqui desta Amazônia, da região norte, do Pará, continuarei defendendo o que é nosso. Refiro-me a literatura local. Continuo também defendendo a Feira do Livro do Pará que começou nos tempos em que a bibliotecária Valdéa Cunha era diretora de biblioteca da FCPTN e que se efetivava no espaço Ismael Néri, do Centur, faz tempo (e depois virou, com outra numeração, Pan-Amazônica) há memória disso, é só consultar.
Analisando tanto quanto pude, escrevi (em minha dissertação de mestrado em estudos literários a respeito do esquecimento que se dá ao escritor Raymundo Moraes, como metáfora do nosso proceder com tantos escritores de valor que temos) , que a UFPA, de há muito, aboliu a disciplina Literatura Paraense – recordo que o professor José Arthur Bogéa esperneou e telefonou aos escritores para que reagissem a essa tirania -, por entendê-la restritiva e já inclusa dentro do que se chama Literatura Brasileira e aí nomeou de expressão amazônica, sem dúvida, bonita, porém, nada nomeia se não identificar o estado, a localidade. E o mais grave, ficou sem ser estudada na graduação e na pós, pasmem!
Vamos assim, abolindo, deixando de falar, omitindo e não divulgando o que é nosso, do Pará, quando se trata de literatura, pois nas outras vertentes da arte até que não há tanto esse preconceito. E o Pará perde divulgação também através do açaí, da castanha, cupuaçu, do tacacá e outros produtos. Não defendemos, perdemos.
Minha identificação: sou paraense que nasceu na Vila do Carmo, município de Cametá e ardoroso defensor da cultura da minha região e de meu estado, o Pará. Então sou adepto do paraensismo, sem nenhum tipo de xenofobismo. Amo o Pará e procuro defender o que é nosso e então nesse sentido, sou contra o separatismo, embora adepto do pluralismo cultural, do compartilhar, da interlocução, da diversidade.
Logo, sou consciente das defesas que faço a respeito do Pará. Para mim, existe e vai continuar existindo a Literatura Paraense. Adoto o termo porque é uma forma de chamar a atenção do público aos escritores de nosso terra, pois estamos distantes do eixo sul/sudeste que destaca ,através de um cânone preconceituoso, de um lóbi de editoras,apenas quem quer. Existe sim, preconceito lá que começa aqui por quem tem vergonha de falar do que é seu e até de dizer que é do Pará. Somos e muito discriminados e há tanto preconceito porque somos caboclos parauaras do Norte. É uma luta constante que travamos contra tudo e contra todos que querem nos ver pelas costas, sem nos dar chance de mostrar o que produzimos, o que somos.
Percebo que a situação é a mesma no Rio Grande do Sul. Leio matéria publicada na revista “Entrelivros”, deste mês de novembro, que tem por título – Literatura Brasileira – a ficção do sul profundo, em que Marcelo Backes, no lead, comenta: “conheça 11 escritores gaúchos, pouco conhecidos além dos limites regionais, que merecem atravessar a divisa do Mampituba”.
Marcelo informa que “nas universidades, há disciplinas de literatura do Rio Grande do Sul [...] E sempre fomos gaúchos acima de tudo [...]. Estamos começando a nos mostrar solidários. Se a lenda dizia que um cesto de caranguejos baianos tinha de ser trancado rigorosamente porque uns ajudam os outros a subir, deixando-o vazio em poucos segundos, enquanto o cesto artístico de caranguejos gaúchos podia ser deixado aberto, porque assim que um subia o outro se encarregava de puxá-lo pra baixo, agora não é mais assim. Estamos começando a nos unir!”.
E aí então o autor do texto começa a apresentar os 11 escritores e comenta que “alguns dos melhores autores continuam nas beiradas, ou às margens editoriais, midiáticas e geográficas”. E encerra comentando que “muitas vezes é na franja que um tecido se apresenta mais encorpado e complexo, e nós, o leitor, certamente não queimaremos a boca se comermos pelas beiradas o mingau da façanhuda literatura gaúcha”.
Devíamos seguir o exemplo, nos unir e quem sabe, começar cavando ao menos uma matéria similar a essa que aqui citei. A lenda do cesto de caranguejo é muito conhecida no meio artístico paraense. Aqui, fez sucesso, o outro se morde, acha ruim e procura destroçar o outro, puxa mesmo para o fundo da lata ou do cofo. Nem solidariedade intelectual, temos, com exceções, claro, é só lembrar de José Veríssimo, José Eustachio de Azevedo e do que reclamava Dalcídio Jurandir.
É a união que faz a força. Os gaúchos nomeiam sua feira de livro de: Feira do Livro de Porto Alegre, como fizeram recentemente Manaus e São Luis e já fazem Frankfurt, Nairóbi, Paris, Bogotá, Curitiba, Parati, Bahia, Pernambuco e outros, todos, se ufanando do que é seu . Então, nomeemos assim a nossa : Feira do Livro do Pará.
Por que será que para os adeptos do bushismo, é proibido, indevido, revela insensatez, mesquinhez, provincianismo, falar da Literatura do Pará ou Literatura Paraense? Livro, leitura e literatura são direitos também dos pobres e não apenas da elite, dos ricos, dos mandarins, dos donos do cânone literário, dos que se acham no direito de dizer o que serve,o que presta. Devemos deixar ao povo essa escolha democrática. A discriminação não é um caminho de transformação social. O escritor do Pará, o artista paraense, tem talento, produção e merece nosso estudo, nosso respeito, nossa estima e nossa divulgação.
Viva a Literatura do Pará!
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Fernando Souza
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sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Beba Moderadamente...

13 é o cabalístico número de frases de advertência do Ministério da Saúde que deverão substituir a polissêmica "beba com moderação" nas propagandas de bebidas alcoólicas. Eu que já vinha atendendo aos fortes apelos da mídia (bebendo "moderadamente" apenas a minha sagrada caixa de cerveja de final de semana), resolvi colaborar também nessa nova empreitada, com minhas frases de advertência.
O Ministério da Saúde Adverte:
- Beber pode causar amnésia. Pague antes de encher a cara.
- Se for dirigir não beba. Se for beber me chame!
- Bebida e direção não combinam. Ou vá de taxi, ou beba em casa.
- Evite a ressaca. mantenha-se bêbado.
- A bebida mata lentamente. Dá tempo de tomar mais uma.
- A abstinência alcoólica é ótima. Desde que praticada com moderação.
- O fígado faz mal à bebida. Peça outro tipo de tira-gosto.
- A bebida aguça a vontade de fumar. Não esqueça de um maço reserva.
- Quem bebe vive menos... estressado, menos deprimido, menos triste.
- A bebida pode causar desidratação. Beba no banheiro.
- A bebida pode prejudicar seu desempenho na escola. Pare de estudar.
- A bebida pode prejudicar o desempenho sexual. Pelo menos você terá algo para botar a culpa.
- A bebida é a pior inimiga do homem: mas o homem que foge do seu inimigo é um covarde!
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Fernando Souza
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quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Show da melhor qualidade DE GRAÇA

O Projeto Pôr-do-som foi criado em 2001 e acontece todas às sextas-feiras, às 18h, com apresentações de grupos de danças parafolclóricas, na orla da Estação das Docas. O projeto também objetiva a difusão e preservação de nossas raízes culturais, abrindo espaço para o público ter contato com nossas expressões folclóricas, além de possibilitar a divulgação dessas expressões das diversas localidades de nosso estado.
Nesta sexta, dia 23, será a vez do Grupo Eco Marajoara, de Soure.
Show da melhor qualidade! e o que é melhor, GRÁTIS. Palavra de quem vai quase toda sexta.
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Fernando Souza
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Falha de comunicação
Falha de de comunicação é um problema sério.
Quando a gente pensa que entendeu tudo direitinho...
clique e confira.
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Fernando Souza
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Consciência Negra (e pesada)
O Brasil, último país do mundo a abolir a escravidão, em 1888, continua tratando mal sua população negra. No Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, aproveite para conhecer a campanha "Onde Você Guarda o Seu Racismo?". A Campanha é realizada pelos Diálogos Contra o Racismo, uma iniciativa que reúne mais de 40 instituições da sociedade civil na luta pela igualdade racial no Brasil.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
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Republica de Ninguém
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Fernando Souza
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007
O BRASIL É UMA REPÚBLICA?
A etimologia da palavra República (do latim res publica - literalmente o bem público) chama a nossa atenção para a coisa comum, a coisa pública, aquilo que é do povo.Nesta comemoração à proclamação da República, reflita sobre o sentido de "coisa pública". Com politícos tratando nossa republica como "de ninguém", "de quem for mais esperto" e coisas do gênero, ficamos longe de ser uma república de verdade.. Lute pelo que é seu, meu, nosso... Pelas nossas praças, calçadas, ruas, cidades, pela nossa cultura, por uma república de verdade.
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Fernando Souza
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
DEUS NÃO É SURDO – Não seja MUDO… Denuncie!

Dando uma força para a campanha DEUS NÃO É SURDO.
"Seja um crente decente, não grite no ouvido da gente".
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Fernando Souza
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As estátuas ambulantes e os ambulantes estátuas.
A interminável novela dos ambulantes no comércio de Belém chega a mais um capítulo. Desta vez o prefeito anuncia que está negociando a compra, ainda este ano, de um antigo prédio comercial na Presidente Vargas para transformá-lo em um camelódromo vertical (a exemplo do que foi feito com os "restaurantes" da Assis de Vasconcelos, que foram tranferidos para um prédio nas proximidades). A medida em si é muito boa. O problema é que, no caso dos "ambulantes" da Pres. Vargas, a questão é bem mais complexa do que parece. A começar pelos produtos, já que muitos deles comercializam mercadorias contrabandeados do paraguai, CDs e DVDs pirateados e outras mercadorias ilegais que são fornecidos por verdadeiras organizações criminosas. Outro agravante é a postura do poder público com relação a reocupação por outros "ambulantes" (fato que já se repetiu várias vezes, sem a devida reação dos governantes, principalmente em anos eleitorais).
Nada contra ninguém, mas, na minha modesta opinião, ambulante é o picolezeiro, o tapioqueiro, pamonheiro e outros que "andam" pela cidade oferecendo aos gritos seus produtos. O homem-estátua, que já encontrei em várias ruas do centro executando suas performances, é mais ambulante que os que lotearam nossas ruas, limitando nosso sagrado direito de ir e vir.
O comércio clandestino é um mal que se auto-alimenta. Enquanto provoca a queda nas vendas do comercio formal, causa o aumento do desemprego e a queda na arredação de impostos, diminuindo assim os investimentos que poderiam gerar novos empregos, empurrando a população para a informalidade num círculo vicioso interminável.
Agora pulamordedeus, sem esses argumentos de que "é isso ou entrar para o crime", "eu podia estar roubando" ou coisa parecida.
Em outras palavras: O PROBLEMA DE BELÉM NÃO SÃO OS AMBULANTES. São os que se fixam tal e qual os parasitas das mangueiras de Belém.
Viva as estátuas ambulantes! Abaixo a esculhambação! Abaixo os falsos ambulantes!
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Fernando Souza
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sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Tabela Periódica Virtual
Mais uma ajudinha para os vestibulandos. Uma Tabela Periódica Virtual que fornece dados como: massa atômica, camadas, ponto de fusão, ponto de ebulição, estado, raio atômico, Cas-ID e muitos outros. Possui busca por símbolo, número atômico, nome e nome em inglês. Exibe relatório com todos os dados, colore a tabela de acordo com a classificação selecionada entre outros recursos.
A Tabela Periódica Virtual possue as seguintes classificações: Propriedades, Efeito Biológico, Estado a 25°C, Estado a 700°C, Número Atômico, Data da Descoberta, Supercondutores em Baixas Temperaturas, Blocos s, p, d, f, Rede Cristalográfica, Raio Atômico, Metais Alcalinos, Metais Alcalinos-Terrosos, Calcogênios, Halogênios, Semi-Metais (Metalóides), Não-Metais (Ametais), Gases Nobres, Lantanídeos, Actinídios, Condutividade Térmica a 300K, Metais Maleáveis, Metais Duros ou Dúcteis, Terras Raras, Aluminóides, Carbonóides, Nitrogenóides.
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Fernando Souza
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Vestibulendo
Em tempos de Vestibular, vale a pena dar uma olhada no acervo do Domínio Público. Lá você pode encontrar obras como a História da Literatura Brasileira , do imortal paraense, José Veríssimo Dias de Matos, e muitos outros como a lista que segue abaixo. É só escolher e baixar.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor - William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A “Não-me-toques”! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. - Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D’Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
Charneca em Flor -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira - Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
Livro de Sóror Suadade -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
A Semana -Machado de Assis
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
O Livro D’ele -Florbela Espanca
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Bela Madame Vargas -João do Rio
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
Cinco Mulheres -Machado de Assis
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
O Cortiço -Aluísio Azevedo
Reliquiae -Florbela Espanca
Minha formação -Joaquim Nabuco
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
Auto da Alma -Gil Vicente
345 -Artur Azevedo
O Dicionário -Machado de Assis
Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
Amor com amor se paga -França Júnior
Cinco minutos -José de Alencar
Lucíola -José de Alencar
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
A Alegria da Revolução -Ken Knab
O Ateneu -Raul Pompéia
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
Noite de Almirante -Machado de Assis
O Sertanejo -José de Alencar
A Conquista -Coelho Neto
Casa Velha -Machado de Assis
O Enfermeiro -Machado de Assis
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
Poemas -Safo
A Viuvinha -José de Alencar
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
Contos para Velhos -Olavo Bilac
Ulysses -James Joyce
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
Cícero -Plutarco
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
As Religiões no Rio -João do Rio
Várias Histórias -Machado de Assis
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
Bons Dias -Machado de Assis
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
A Capital Federal -Artur Azevedo
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
As Forças Caudinas -Machado de Assis
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
Balas de Estalo -Machado de Assis
As Viagens -Olavo Bilac
Antigonas -Sofócles
A Dívida -Artur Azevedo
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
Uns Braços -Machado de Assis
Ubirajara -José de Alencar
Poética -Aristóteles
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares deAzevedo
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
Via-Láctea -Olavo Bilac
O Mulato -Aluísio de Azevedo
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
A Pata da Gazela -José de Alencar
Brás, Bexiga e Barra Funda -Alcântara Machado
Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
O que é o Casamento? -José de Alencar
A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
A Casa Fechada -Roberto Gomes Ribeiro
As Asas de um Anjo (Comédia) -José de Alencar
Béatrix -Honoré de Balzac
Diva -José de Alencar
A Melhor Amiga -Artur Azevedo
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
Contos Avulsos -Alcântara Machado
Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa
Cantiga de Esponsais -Machado de Assis
Quincas Borba -Machado de Assis
Brincar com fogo -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
Dentro da noite -João do Rio
O Livro da Lei -Aleister Crowley
Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão
Conto de Escola -Machado de Assis
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Ao Entardecer (contos vários) -Visconde de Taunay
Felicidade pelo Casamento -Machado de Assis
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
O Mulato -Aluísio de Azevedo
Farsa do Velho da Horta -Gil Vicente
Amor com Amor se Paga -Joaquim José da França Júnior
Andar a Pé -David Henry Thoreau
Arras por Foro de Espanha (1371-1372) -Vania Ribas Ulbricht
Mãe -José de Alencar
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Amedeide : poema eroico -Gabriello Chiabrera
Caso da Vara -Machado de Assis
Poemas -Alphonsus de Guimarães
O Mundo como Está -Voltaire
Elogio da vaidade -Machado de Assis
Decadência de dois grandes homens -Machado de Assis
Um Homem Célebre -Machado de Assis
A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
Memorial de Aires -Machado de Assis
As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
Conto Alexandrino -Machado de Assis
A Almanjarra -Artur Azevedo
Poesias dispersas -Machado de Assis
Ser Infeliz -Franz Kafka
Teoria do Medalhão -Machado de Assis
Lendas e Narrativas (Tomo I) -Vania Ribas Ulbricht
Viver! -Machado de Assis
Sonetos -Luís Vaz de Camões
A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Velho da Horta -Gil Vicente
Divina Commedia di Dante -Dante Alighieri
Carolina -Casimiro de Abreu
Auto da Índia -Gil Vicente
A Melhor Vingança -Artur Azevedo
O Ingênuo -Voltaire
A Pata da Gazela -José de Alencar
O Demônio Familiar -José de Alencar
Iaiá Garcia -Machado de Assis
Camões -Joaquim Nabuco
Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Jonil
O Mistério da Estrada de Sintra -José Maria Eça de Queirós
Filosofia de um par de botas -Machado de Assis
O Gaúcho -José de Alencar
Discurso Sobre a História da Literatura do Brasil-Manifesto Publicado na Revista Nictheroy em 1836 -Machado de Assis
Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais -Bernardo Guimarães
Tu, só tu, puro amor -Machado de Assis
Vida Urbana -Afonso Henriques de Lima Barreto
Caramuru -José de Santa Rita Durão
As Cartas de Amabed -Voltaire
Papéis Avulsos -Machado de Assis
À Margem da História -Euclides da Cunha
Uma Lágrima de Mulher -Aluísio de Azevedo
Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Crisálidas -Machado de Assis
Críticas Teatrais -Machado de Assis
Mariana -Machado de Assis
As Farpas (Fevereiro a Maio 1878) -José Maria Eça de Queirós
Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis
O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
Cantigas de Santa Maria -I -Alfonso X, el Sabio
O Moço Loiro -Joaquim Manuel de Macedo
Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes
Vênus! divina vênus! -Machado de Assis
O Ateneu -Raul Pompéia
Eterno! -Machado de Assis
Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
Encarnação -José de Alencar
Algunos Poemas a Lesbia -Caio Valério Catulo
Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis
O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
O Seminarista -Bernado Guimarães
Ao Correr da Pena -José de Alencar
A Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
Noite na Taverna -Alvarez Azevedo
Deus -Vania Ribas Ulbricht
Quinhentos Contos -Machado de Assis
Carmina -Caio Valério Catulo
Os Sertões -Euclides da Cunha
Diva -José de Alencar
Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
O corpo feminino em debate -Maria Izilda Santos de Matos
Madame Bovary -Gustave Flaubert
Fernando e Fernanda -Machado de Assis
Zadig ou o Destino -Voltaire
Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá
Momento literário -João do Rio
Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
Poesias Colegiais -Antônio Frederico de Castro Alves
História do Futuro, Vol. I -Pe. Antônio Vieira
A Margem -José Leon Machado
Astúcias de Namorada -M. Pinheiro Chagas
Desencantos -Machado de Assis
O Mulato -Aluísio Azevedo
Metafísica das Rosas -Machado de Assis
Tarde -Olavo Bilac
O Uraguai -José Basílio da Gama
A Doença do Fabrício -Artur Azevedo
Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós
As Farpas (Janeiro 1878) -José Maria Eça de Queirós
Benedita -Machado de Assis
A relíquia -José Maria Eça de Queirós
Pareceres de Machado de Assis -Machado de Assis
Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
A Carta de Mestre João Faras -Mestre João Faras
O Brasil Anedótico-Humberto de Campos
Evolução -Machado de Assis
A Moça mais Bonita do Rio de Janeiro -Artur Azevedo
Ondas e Outros Poemas Esparsos -Euclides da Cunha
Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Dialeto Caipira -Amadeu Amaral
Eurico, o Presbítero -Vania Ribas Ulbricht
O Anel de Polícrates -Machado de Assis
O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
A Pata da Gazela -José de Alencar
Minha formação -Joaquim Nabuco
A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
Uma Senhora -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes Saavedra
Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
Las 7 Partidas -Alfonso X, el Sabio
O Seminarista -Bernardo Guimarães
A Tempestade -Vania Ribas Ulbricht
As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
A Falência -Júlia Lopes de Almeida
Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis
A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete
Português de Leitura -Joaquim Nabuco
Memórias da Rua do Ouvidor -Joaquim Manoel de Macedo
A Voz -Vania Ribas Ulbricht
Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu
À Margem da História -Euclides da Cunha
O Homem dos Quarenta Escudos -Voltaire
Poema da Virgem -Pe. José de Anchieta
A Filosofia do Mendes -Artur Azevedo
Profissão de Fé -Olavo Bilac
As Mulheres de Mantilha -Joaquim Manuel de Macedo
Último Capítulo -Machado de Assis
D. Paula -Machado de Assis
O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
Inocência -Visconde de Taunay
Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
Auto da Alma -Gil Vicente
Os Sonhos d’Ouro -José de Alencar
O Monstro e Outros Contos -Humberto de Campos
O anjo Rafael -Machado de Assis
Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
Casada e viúva -Machado de Assis
Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional
Lição de Botânica -Machado de Assis
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
Dispersão -Mário de Sá-Carneiro
Romance de uma Velha -Joaquim Manuel de Macedo
Amante Liberal -Miguel de Cervantes
Marcha Fúnebre -Machado de Assis
Casa, não casa -Machado de Assis
El Conde de Montecristo -Alexandre Dumas
Ubirajara -José de Alencar
Broquéis -João da Cruz e Sousa
A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
História de uma lágrima -Machado de Assis
O Homem que Sabia Javanês -Afonso Henriques de Lima Barreto
I-Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias
Curta história -Machado de Assis
Histórias sem Data -Machado de Assis
Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis
Papéis Velhos -Machado de Assis
Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós
Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen
Poemas de Fagundes Varela -Luís Nicolau Fagundes Varela
Os Dois Amores -Joaquim Manuel de Macedo
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
O Livro de uma Sogra -Aluísio de Azevedo
Encarnação -José de Alencar
O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Prosas Bárbaras -José Maria Eça de Queirós
A Serpente de Bronze -Humberto de Campos
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
O Relógio de Ouro -Machado de Assis
A Polêmica -Artur Azevedo
Algunas Poesías -Johann Wolfgang von Goethe
A Pele do Lobo -Artur Azevedo
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
Los Miserables -Victor Hugo
Contos Fora de Moda -Artur Azevedo
O Bobo -Vania Ribas Ulbricht
Auto da Feira -Gil Vicente
O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Divina Commedia di Dante: Inferno -Dante Alighieri
Os Brilhantes do Brasileiro -Camilo Castelo Branco
a Ilíada -Homero
Duas Juízas -Machado de Assis
Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
Caráter -Ralph Waldo Emerson
Lira dos Vinte Anos -Alvarez Azevedo
A Capital Federal -Artur Azevedo
A Jóia -Artur Azevedo
Diana -Machado de Assis
Prólogos Interessantíssimos -Vários autores
Micrômegas -Voltaire
A Ritinha -Artur Azevedo
Casa de Pensão -Aluísio Azevedo
Longe dos Olhos -Machado de Assis
O Rio de Janeiro em 1877 -Artur Azevedo
Verso e Reverso -José de Alencar
O que é o Casamento? -José de Alencar
Os Timbiras -Antônio Gonçalves Dias
Fulano -Machado de Assis
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Mateus e Mateusa -Qorpo Santo
Germinal -Émile Zola
Auto da Festa de São Lourenço -Pe. José de Anchieta
Minha formação -Joaquim Nabuco
Casa velha -Machado de Assis
O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena
Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
De bello Gallico -Júlio César
Contos -José Maria Eça de Queirós
Cantiga velha -Machado de Assis
Casa de pensão -Aluísio de Azevedo
Poesia Litigiosa -Antônio Frederico de Castro Alves
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
Canto da Solidão -Bernardo Guimarães
Poemas Escolhidos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
A Carne -Júlio Ribeiro
Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto
Quem Boa Cama Faz… -Machado de Assis
Uma Praga Rogada nas Escadarias da Fôrca -Camilo Castelo Branco
Gato Negro -Edgar Allan Poe
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos
Anna Karenina -León Nikolaïévitch Tolstoy
Hoje Avental, amanhã Luva -Machado de Assis
A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis
Lágrimas de Xerxes -Machado de Assis
As Farpas (Janeiro a Fevereiro 1873) -José Maria Eça de Queirós
Alma Inquieta -Olavo Bilac
D. Mônica -Machado de Assis
Demônios -Aluísio Azevedo
Poesías -Antonio Machado
Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis
Abel e Helena -Artur Azevedo
Dracula -Bram Stoker
A Viuvinha -José de Alencar
A Intrusa -Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida
Assombramento -Afonso Arinos
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
As Farpas (Junho a Julho 1882) -José Maria Eça de Queirós
A Marcelina -Artur Azevedo
Aventuras de Robinson Crusoe -Daniel Defoe
Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias
Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
As Farpas (Junho 1883) -José Maria Eça de Queirós
O Empréstimo -Machado de Assis
Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós
Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
Inocência -Visconde de Taunay
A Filha de Maria Angu -Artur Azevedo
A Nota de Cem Mil-Réis -Artur Azevedo
Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis
Otelo -William Shakespeare
Cantigas de Santa María -Alfonso X, el Sabio
Panóplias -Olavo Bilac
Viver -Machado de Assis
Sarças de Fogo -Olavo Bilac
Livro das Donas e Donzelas -Júlia Lopes de Almeida
Entre Santos -Machado de Assis
As Farpas (Março a Abril 1873) -José Maria Eça de Queirós
Comes e Bebes -Artur Azevedo
As Asas de um Anjo (Peça) -José de Alencar
Auto de Mofina Mendes -Gil Vicente
A Conquista -Coelho Neto
Trio em Lá Menor -Machado de Assis
O Touro Branco -Voltaire
Grãos de Mostarda -Humberto de Campos
Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira
Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
De Profundis -Oscar Wilde
Os Retirantes -José do Patrocínio
Ernesto de Tal -Machado de Assis
A Partida -Coelho Neto
O Enfermeiro -Machado de Assis
Idéias do Canário -Machado de Assis
Quem conta em conto… -Machado de Assis
Cinco minutos -José de Alencar
A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
Sermão I - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos
História da Província de Santa Cruz, A que Vulgarmente Chamamos Brasil - Pero de Magalhães Gândavo
Aos Vinte Anos -Aluísio Azevedo
Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
O Bispo Negro -Vania Ribas Ulbricht
Não Consultes Médico -Machado de Assis
Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias
Clepsidra -Camilo Pessanha
Estórias de Jenni -Voltaire
Farsa ou Auto de Inês Pereira -Gil Vicente
Miss Dollar -Machado de Assis
The Necronomicon -Aleister Crowley
Memorial de Aires -Machado de Assis
Faróis -João da Cruz e Sousa
A Vitória e a Piedade -Vania Ribas Ulbricht
O Touro Negro -Aluísio Azevedo
Til -José de Alencar
Um Apólogo -Machado de Assis
Na Academia Brasileira de Letras -Machado de Assis
Missal -João da Cruz e Sousa
As Farpas (Outubro a Novembro 1873) -José Maria Eça de Queirós
Singular Ocorrência -Machado de Assis
O Velho Senado -Machado de Assis
Triunfo da Morte -Francesco Petrarca
Novos Cantos -Antônio Gonçalves Dias
Identidade -Machado de Assis
A Semana Santa -Vania Ribas Ulbricht
O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo
O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
Falenas -Machado de Assis
As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Ressureição -Machado de Assis
Madame Bovery -Gustave Flaubert
O Garimpeiro -Bernardo Guimarães
A Casinha de Fresco -Artur Azevedo
Convivio -Dante Alighieri
Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
O Japão -Aluísio Azevedo
Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
Goivos e Camélias -Machado de Assis
O Conde d’Abranhos -José Maria Eça de Queirós
O Matuto -Franklin Távora
Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis
Conversão de um avaro -Machado de Assis
Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo
As Jóias da Coroa -Raul Pompéia
Logica -D. Andres Piquer
Possível e Impossível -Machado de Assis
Jogo do Bicho -Machado de Assis
O Segredo de Augusta -Machado de Assis
A Princesa dos Cajueiros -Artur Azevedo
Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
Ex Cathedra -Machado de Assis
Poesias Completas -Laurindo José da Silva Rabelo
O Homem -Aluísio Azevedo
Umas Férias -Machado de Assis
Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
O Oráculo -Machado de Assis
Dracula -Bram Stocker
To be or not to be -Machado de Assis
Rogério Duprat: sonoridades multiplas -Regiane Gaúna
O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
A Origem do Mênstruo -Bernardo Guimarães
Os deuses de casaca -Machado de Assis
Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo
Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Segredo do Bonzo -Machado de Assis
Crisálidas -Machado de Assis
Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães
Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães
Frei Simão -Machado de Assis
Um Tratado da Cozinha Portuguesa do Século XV -Anônimo
D. Pedro -Vania Ribas Ulbricht
Amor por Anexins -Artur Azevedo
El Profeta -Gibran Kalil Gibran
O Rei dos Caiporas -Machado de Assis
Folhas Caídas -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
O Garatuja -José de Alencar
O que são as moças -Machado de Assis
Flor anônima -Machado de Assis
O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
O País das Quimeras -Machado de Assis
Diálogos das Grandezas do Brasil -Ambrósio Fernandes Brandão
Edipo Rey -Sófocles
O Único Assassinato de Cazuza -Afonso Henriques de Lima Barreto
As Farpas (Novenbro a Dezenbro 1882) -José Maria Eça de Queirós
As Asneiras do Guedes -Artur Azevedo
Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
O contrato -Machado de Assis
Banhos de Mar -Artur Azevedo
Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
A mulher de Anacleto -Afonso Henriques de Lima Barreto
Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena
O Ateneu -Raul Pompéia
Galeria Póstuma -Machado de Assis
Um Capitão de Voluntários -Machado de Assis
Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis
Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira
Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio de Azevedo
Maria Cora -Machado de Assis
A Maldita Parentela -Joaquim José da França Júnior
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Alvarez Azevedo
O Pai -Machado de Assis
Numa e a Ninfa -Afonso Henriques de Lima Barreto
Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
As Cerejas -Artur Azevedo
História de Quinze Dias -Machado de Assis
Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
O Humor e a Ironia em Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
Textos críticos -Machado de Assis
O Mambembe -Artur Azevedo
Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
Na Arca -Machado de Assis
Um Que Vendeu a Sua Alma -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Soldado -Vania Ribas Ulbricht
Via-Láctea -Olavo Bilac
Eneida -Publius Virgilius Maro
O Protocolo -Machado de Assis
Polêmicas e reflexões -Machado de Assis
Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto
Viagem à roda de mim mesmo -Machado de Assis
O Rio de Janeiro - Verso e Reverso -José de Alencar
Contos para Velhos -Olavo Bilac
Poemas -Luís Nicolau Fagundes Varela
Un Marido Ideal -Oscar Wilde
Assunto para um Conto -Artur Azevedo
Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
Encher tempo -Machado de Assis
Auto da Índia -Gil Vicente
O Missionário -Inglês de Souza
O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa
O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira
O Lapso -Machado de Assis
Os Pobres -Raul Brandão
Discurso sobre a História da Literatura do Brasil -Visconde de Araguaia
Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato -Luís Carlos Martins Pena
LARANJA-DA-CHINA -Alcântara Machado
Três tesouros perdidos -Machado de Assis
Flores da Noite -Lycurgo José Henrique de Paiva
Tentação -Adolfo Ferreira Caminha
O Livro de Cesario Verde -José Joaquim Cesário Verde
História do Futuro, Vol. II -Pe. Antônio Vieira
O Último dia de um poeta -Machado de Assis
Páginas Recolhidas -Machado de Assis
A Luta -Carmen Dolores
O caminho da porta -Machado de Assis
As Maluquices do Imperador -Paulo Setúbal
Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
Mocidade e Morte -Vania Ribas Ulbricht
Os Dois ou o Inglês Maquinista -Luís Carlos Martins Pena
O Anjo Caído -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
Uma águia sem asas -Machado de Assis
O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto
Uma Visita de Alcebíades -Machado de Assis
Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Viúva do Estanislau -Artur Azevedo
O Esqueleto -Aluísio Azevedo
Broquéis -João da Cruz e Sousa
Um Apólogo -Machado de Assis
O Diplomático -Machado de Assis
Chico -Artur Azevedo
Vila Rica -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
Dívida Extinta -Machado de Assis
Girândola de amores -Aluísio de Azevedo
O imortal -Machado de Assis
O Cancioneiro Português da Vaticana -Teophilo Braga
O caminho de Damasco -Machado de Assis
Antonica da Silva -Joaquim Manuel de Macedo
Uma carta -Machado de Assis
Amor e Pátria -Joaquim Manuel de Macedo
História comum -Machado de Assis
Ponto de Vista -Machado de Assis
Poemas de Raul de Leoni -Raul de Leoni
A Jóia -Artur Azevedo
Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) - Fundação Biblioteca Nacional
Um cão de lata ao rabo -Machado de Assis
Verba Testamentária -Machado de Assis
O Namorador ou a Noite de São João -Luís Carlos Martins Pena
Um esqueleto -Machado de Assis
Vidas Paralelas - Tomo I -Plutarco
O Espírito -Artur Azevedo
Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo
Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto
O Cabeleira -Franklin Távora
Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo
O Defeito de Família -Joaquim José da França Júnior
Enrique IV -William Shakespeare
As Viagens -Olavo Bilac
Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias
Abel e Helena -Artur Azevedo
Alma Cabocla -Paulo Setúbal
A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
As Doutoras -Joaquim José da França Júnior
O anjo das donzelas -Machado de Assis
Bom - Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
Uma Tragédia no Amazonas -Raul Pompéia
Pílades e Orestes -Machado de Assis
Amor com Amor se Paga -França Júnior
Não consultes Médico -Machado de Assis
O Pecado -Afonso Henriques de Lima Barreto
Utopia -Thomas More
O astrólogo -Machado de Assis
Elefantes e Ursos -Artur Azevedo
Morta que Mata -Artur Azevedo
Violeta -Raul Pompéia
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - O Burgo -Gregório de Matos
A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
Vidros quebrados -Machado de Assis
Questão de vaidade -Machado de Assis
A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
Francisca -Machado de Assis
Contos Fora da Moda -Artur Azevedo
Tropas e boiadas -Hugo de Carvalho Ramos
Remissão de Pecados -Joaquim Manuel de Macedo
Bodas de Sangre -Federico Garcia Lorca
São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós
A Intrusa -Júlia Lopes de Almeida
O caso da Viúva -Machado de Assis
O cancioneiro portuguez da Vaticana -Teophilo Braga
Folha rota -Machado de Assis
Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto
Henriqueta Renan -Machado de Assis
O Passado, passado -Machado de Assis
A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
Pobre Cardeal! -Machado de Assis
O Poeta e a Inquisição -Visconde de Araguaia
Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias
Um Homem Célebre -Machado de Assis
Poemas Malditos -Alvarez Azevedo
Iaiá Garcia -Machado de Assis
Patkull -Antônio Gonçalves Dias
Pobre Finoca -Machado de Assis
Meia Hora de Cinismo -Joaquim José da França Júnior
Medea -Eurípedes
Camos de Soria -Antonio Machado
Poemas -Alphonsus de Guimarães
Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
O Tipo Brasileiro -Joaquim José da França Júnior
Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira
Luís Soares -Machado de Assis
História de Quinze Dias -Machado de Assis
Os Noivos -Artur Azevedo
História da Conjuração Mineira -Joaquim Norberto de Souza e Silva
D. Jucunda -Machado de Assis
O Movimento da Independência, -Oliveira Lima
Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira
Um Especialista -Afonso Henriques de Lima Barreto
Filomena Borges -Aluísio de Azevedo
O Elogio da Mentira e outras histórias -Lycio de Faria
Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
O Número da Sepultura -Afonso Henriques de Lima Barreto
Sentimental -Salomão Rovedo
O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
O Coruja -Aluísio Azevedo
João Fernandes -Machado de Assis
Muitos anos depois -Machado de Assis
Ruy de Leão -Machado de Assis
Naufragios -Alvar Núñez Cabeza de Vaca
Sermão III - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
O Baile do Judeu -Inglês de Souza
Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
Qual dos dois -Machado de Assis
Poema dos Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
Onze anos depois -Machado de Assis
Auto da Feira -Gil Vicente
Conjugo Vobis -Artur Azevedo
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Fernando Souza
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10:21:00 AM
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quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Mapará

Diz a Lenda, que uma tribo que vivia em uma aldeia localizada às margens do Rio Meruú ou Maratauíra, onde hoje está a cidade de Abaetetuba, estava passando por grandes dificuldades e já sem alimentos por causa de uma grande seca. A filha do cacique, que era muito bonita, desejada e disputada por muitos índios da tribo, foi acometida de uma estranha doença. O Pajé foi chamado e depois de tentar de tudo que conhecia, avisou que não tinha cura, pois Tupã a tinha chamado. O cacique então pediu a tupã que recompenssase a perda de sua filha, com um alimento que fosse tão apreciado pela aldeia, como sua filha (que todos os índios queriam "comer"). Tupã então mandou que eles fossem pescar no Rio Maracapucú, que naquela época não era considerado bom para pesca pelos índios. Passaram várias vezes a rede e nada pegaram. Reclamaram novamente para Tupã e este falou que já havia concedido o que eles tinham pedido, mas que essa comida era igual mulher bonita, era preciso capricho para conquistá-la.
Foi então que os ídios inventaram uma nova técnica para capturar os peixes (o Borqueio) e conseguiram imensa fartura do mais gostoso peixe que já haviam conhecido. Era o Mapará. O Cacique deu de comer para toda sua tribo e convidou outras tribos, localizadas onde hoje ficam as cidades de Cametá e Igarapé-Miri para aprenderem a fazer borqueio e degustarem o delicioso alimento.
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Fernando Souza
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1:11:00 PM
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
Cinco mil
5.000 internautas já passaram por aqui. Com as novidades que pretendo incrementar no cametáforas, vou transformar esse número em 50 mil até o final do próximo ano... Vamos ter links para baixar LIVROS, MÚSICA, PROGRAMAS, além das pavulagens de sempre
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Fernando Souza
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11:04:00 AM
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quinta-feira, 18 de outubro de 2007
A amazônia é groove, é grave, é grávida de som
Marco André trabalha com a fusão entre os ritmos da Amazônia e as batidas eletrônicas numa mistura de tradição e renovação. Em Amazonia Groov e Beat Iu, o músico paraense junta Loops, grooves e o que há de mais moderno em música eletrônica, com carimbó, lundu, bangüê, samba de cacete (de cametá), boi-bumbá, marabaixo, lambada, merengues (influência caribenha), zouck (das guianas), dando uma nova roupagem à música mais tradicional.
Vale a pena embarcar nessa viagem musical.
Vumbora sumano!
Conheça o trabalho do Marco André:
Baixe as músicas do Amazonia Groov e Beat Iu
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Fernando Souza
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8:12:00 AM
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quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Chikaoka em Portugal
A arte da fotografia de Miguel Chikaoka está em Portugal. A cidade do Porto recebeu suas fotografias e suas idéias acerca da luz. E mostra aos portugueses a simplicidade da criação de uma imagem diante dos olhos. No moderno espaço cultural do NorteShopping, conhecido como Silo, ele montou a instalação 'Loading ...', aberta ao público desde o dia 20 de setembro. O nome é uma referência ao termo de língua inglesa que traduzido para o português significa carregando. Muito utilizado em vocabulário da era do computador.
'Loading ...' ocupa um local de pé direito alto, paredes com tijolinhos e assoalho em madeira. Fotografias em preto e branco ocupam parte das paredes. Uma, de grandes proporções. Outras, menores. Todas elas, com mãos e pés capturados por um click. São fotogramas com luz suficiente ou estourando. Há, também, resultados fotográficos com baixa luminosidade. 'Passei dias para montar essa instalação. Cheguei a passar dias inteiros nesse shopping. E, depois, veio o resultado', diz ele.
Às margens do rio Douro, o Porto mostra o percurso da luz até que ela apresente um resultado fotográfico. São homens e mulheres, além das crianças, que chegam à instalação de Miguel Chikaoka para tocar em uma cabaça levada da Amazônia. Eles posicionam a cabaça na direção dos olhos e vêem as imagens coladas às paredes do espaço cultural. São inúmeras cabaças suspensas, presas a fios transparentes que descem do teto.
A fotógrafa portuguesa Maria do Carmo Séren escreve assim no cátalogo da instalação: 'O autor associa-as ao olho que a câmara representa'. Como parte da criação do fotógrafo fundador da Fotoativa, há um compact disc em uma das extremidades da cabaça para capturar a luz. Na outra extremidade, um orifício. O visitante pode até ver uma réplica do manto de Nossa Senhora de Nazaré, também suspenso no espaço cultural.
Fonte: Portal Cultura
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Fernando Souza
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8:28:00 AM
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quinta-feira, 11 de outubro de 2007
22 anos de um Paraensismo intransigente, de amor a nossas raízes e valorização de nossos artistas.
Parabéns ao som paidégua da gaita de mestre Laurentino, das guitarradas de nossos mestres, dos tambores e cordas de nossos grupos folclóricos.
Parabéns na voz de nossos intérpretes, nos palcos, nos bares e nas ruas de Belém.
Parabéns Cultura!
Acompanhe a programação da rádio e da tv cultura no portalcultura
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Fernando Souza
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4:13:00 PM
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quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Entre uma Cuba e outra

A apresentação musical em homenagem à Cuba foi um dos pontos de destaque da XI Feira Pan-Amazônica do Livro. O ritmo caribenho tão próximo e íntimo da musicalidade de Belém, encantou os presentes que se deliciaram com o som dos músicos paraenses Paulinho Assunção (Percurssão), Jacinto Kahwage (piano), Luiz Pardal (violino e harmônica), Aldebert Carneiro (contra-baixo) e do uruguaio Daniel Benitez (voz e percussão), além de dançarinos de Belém em um show de sensualidade e ginga, numa clara demonstração da afinidade de nossos ritmos com a musica caribenha. E viva la salsa e el mambo! E viva o carimbó!
Ps. Depois de todo esse entusiasmo só mesmo tomando uma "Cuba", não a "libre" porque eu detesto coca cola, estou pensando em algo mais radical, como rum com açaí...
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Fernando Souza
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11:12:00 AM
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domingo, 2 de setembro de 2007
Abra sua janela!
Um casal, recém-casado, mudou-se para um bairro muito tranqüilo.
Na primeira manhã na casa, enquanto tomava café, a mulher reparou através da janela que uma vizinha pendurava lençóis no varal.
Que lençois sujos ela está pendurando no varal. Está precisando de um sabão novo... Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido olhou e ficou calado.
Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos!
Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar roupas!
E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal.
Passado um mês, a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido:
Veja, ela aprendeu a lavar as roupas! Será que a outra vizinha ensinou??? Porque eu não fiz nada.
O marido calmamente respondeu: Não, hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela!
E assim é. Tudo depende da janela, através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir. Verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos.
Lave sua vidraça.
Abra a sua janela.
Uma ótima semana a todos!
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Fernando Souza
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11:35:00 AM
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Dica de Leitura - Mário Prata
Durante dois anos O escritor Mário Prata morou em Portugal. De suas pesquisas nesse período surgiu Schifaizfavoire - Dicionario de portugues, uma divertida leitura sobre as diferenças do português de lá e o de cá, vale a pena conferir.
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Fernando Souza
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8:33:00 AM
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domingo, 24 de junho de 2007
A quadrilha chegou ao Brasil no século XIX, com a vinda da Corte Real portuguesa. Rapidamente essa dança de salão, típica da nobreza, caiu nas graças do nosso povo animado e festeiro. É importante lembrar que a quadrilha é uma dança característica dos caipiras, pessoas que moram na roça e têm costumes muito pitorescos.
Hoje, porém , a dança apresenta marcação alternadamente , em português e francês macarrônico e mesmo em francês e linguagem sertaneja , utilizando expressões como: "Balancê" que quer dizer Balancer ,significando que todos os participante devem dançar balançando em seus lugares ,pares desligados."Cumprimenta vis-a-vis.Avan. tú", que quer dizer avançar para o centro a fim de cumprimentar com acêno de cabeça. "Anarriér",que quer dizer voltar aos seus lugares.
Em 1952 foram apresentadas, simultaneamente, 20 quadrilhas pelo " Baile do Poço " o que demonstrava o quanto este gênero era apreciado aqui no Brasil.
Os compositores brasileiros tomaram gosto pelo gênero e hoje em dia as quadrilhas possuem características bem nacionais.
A DANÇA DA QUADRILHA: A quadrilha é dançada em homenagem aos santos juninos ( Santo Antônio, São João e São Pedro ) e para agradecer as boas colheitas na roça. Tal festejo é importante pois o homem do campo é muito religioso, devoto e respeitoso a Deus. Dançar, comemorar e agradecer.Em quase todo o Brasil, a quadrilha é dançada por um número par de casais e a quantidade de participantes da dança é determinada pelo tamanho do espaço que se tem para dançar. A quadrilha é comandada por um marcador, que orienta os casais, usando palavras afrancesadas e portuguesas. Existem diversas marcações para uma quadrilha e, a cada ano, vão surgindo novos comandos, baseados nos acontecimentos nacionais e na criatividade dos grupos e marcadores.
A marcação que apresentamos é uma das mais tradicionais e simples. Os comandos mais utilizados são(podem ocorrer variantes dependendo da região):
BALANCÊ (balancer) - Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar.
E usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um passo. Quando um comando é dado só
para os cavalheiros, as damas permanecem no BALANCË. E vice-versa,
ANAVAN (en avant) - Avante, caminhar balançando os braços.
RETURNÊ (returner) - Voltar aos seus lugares.
TUR (tour) - Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.
Para acontecer a Dança é preciso seguir os seguintes Passos:
01. Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma, diante da outra, separadas por uma distância de 2,5m. Cada
cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando.
02. CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU "CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS"
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.
03. CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU "DAMAS CUMPRIMENTAR CAVALHEIROS"
As damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.
04. DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os cavalheiros, de mãos dados, dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo. Ao se aproximarem, todos se soltam.
Com os braços levantados, giram pela direita. Soltam-se as mãos, dirigem-se ao lado oposto. Os cavalheiros, de mãos dados, vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa,
05. PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando "Primeiras marcas ao centro , apenas os
pares de vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o "passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador
pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo "aos seus lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de "Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.
06. GRANDE PASSEIO
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.
07. TROCAR DE DAMA
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.
08. TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.
09. O TÚNEL
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.
10. ANAVAN TUR
A doma e o cavalheiro dançam como no Tour(passeio em iportuguês). Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.
11. CAMINHO DA ROÇA
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres,balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.
12. OLHA A COBRA
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo.
Vários comandos são usados para este passo: "Olha a chuva , "Olha a inflação , Olha o assalto , "Olha o (cita-se o nome de um político impopular na região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.
13. É MENTIRA
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.
14. CARACOL
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.
15. DESVIAR
É o palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.
16. A GRANDE RODA
A fila é único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo "Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos.
Na marcação "Duas rodas, cavalheiros para dentro , acontece o inverso, As rodas obedecem ao comando,movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for "Damas à esquerda e "Cavalheiros à direita ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.
17. COROAR DAMAS
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.
18. COROAR CAVALHEIROS
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.
19. DUAS RODAS
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!
20. REFORMAR A GRANDE RODA
Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.
21. DESPEDIDA
De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente, Em fila, saem no GALOPE, acenando para o público. A quadrilha está terminada. Nas Festas Juninas Mineiras, após o encerramento da quadrilha, os músicos continuam tocando e o espaço é liberado para os casais que queiram dançar.
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5:42:00 PM
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domingo, 10 de junho de 2007
Raymundo Moraes

Raymundo Moraes, jornalista e escritor paraense falecido em 03 de fevereiro de 1941, foi o tema de recente trabalho do Mestre Salomão Laredo na excelente dissertação de mestrado “Raymundo Moraes na Planície do Esquecimento”.
No elogiado trabalho, Salomão resgata do imerecido ostracismo esse importante escritor paraense, autor de livros como, "Paiz das pedras verdes", "Alluvião", "Os igaraúnas", "Anfiteatro amazônico, "O homem do Pacoval", e o premiado "Na planicie amazonica". Livros que tem generosamente servido de fonte de inspiração e subsídios para vários autores. Membro fundador da Academia Paraense de Letras, Moraes foi também jornalista e prático de navios pelos tortuosos rios da região amazônica.
O portal da Biblioteca Virtual do Amazonas disponibilizou em arquivos digitalizados "PDFs", algumas obras raras e dentre elas "Notas dum jornalista". Vale a pena conferir.
Ps. Este humilde espaço também é abastecido pelo delicioso "O meu Dicionário de Cousas da Amazônia". Ler esse livro é como saborear uma gostosa tigela de açaí com Mapará moqueado.
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6:12:00 AM
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domingo, 3 de junho de 2007
sexta-feira, 18 de maio de 2007
CANONIZAÇÃO JÁ!

Só quem já perdeu "aquela" foto por causa da porcaria da máquina fotográfica sabe como é... É hora de mudar de foco e de máquina.
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2:49:00 PM
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domingo, 15 de abril de 2007
Paranatinga

Rui Barata, caricatura de Biratan Porto, da exposição CARICULTURAS na Sol Informática,
Pesquisador, jornalista, professor, político, poeta que fez de nossos rios uma inesgotável fonte de inspiração. Imortalizado em canções como FOI ASSIM, PAUAPIXUNA, ESSE RIO É MINHA RUA, na voz de Fafá de Belém. Autor de ANJO DOS ABISMOS e A LINHA IMAGINÁRIA, Rui Paranatinga Barata é merecedor de todas as homenagens.
Anjo dos Abismos
Quero chegar diante de ti
não como o vulto familiar que doura o teu
sossego,
não como a imagem do sonho
que se perde na bruma,
mas como o fantasma de dentro de ti
mesmo.
Quero chegar diante de ti,
e olharás minha longa cabeleira,
minhas faces esvoaçantes,
meus olhos incolores
e adivinharás que atravessei
os limites do eterno.
Ó esta noite todas as luzes estarão veladas
pelo sono,
todos os silêncios serão devorados
pela eternidade,
todas as chagas ressurgirão das dores,
todos os olhos estarão desmesuradamente
abertos
mas não poderemos sentir
a Sua mágica presença
porque então passamos à pátria das essências.
Esta noite chegarei diante de ti,
nossas almas se confundirão na grande viagem,
nossos olhos se alongarão ao paraíso dos símbolos
onde nasce o grande mar das almas moribundas.
Chegarei sobre a tranqüilidade dos teus cânticos
e te assombrarás com este vulto notívago de morto
que se suspende milagrosamente além dos tempos
e que conduz as asas multicores
no derradeiro vôo das espécies.
O sim sou eu por sobre as nebulosas,
fantasma que povoa quatro mundos,
imagem perdida e mais tarde encontrada
no ilimitado céu da poesia.
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Fernando Souza
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9:17:00 AM
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segunda-feira, 2 de abril de 2007
RONNIE VON

Idealizada pela jornalista Flávia Durante - TUDO DE NOVO, Tributo ao Ronnie Von - reúne músicos de todo país, em releituras de canções do “príncipe da Jovem Guarda”. O projeto está disponibilizando para download o resultado dessa grande homenagem da comunidade artística brasileira. Vale a pena conferir.
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4:25:00 PM
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quinta-feira, 22 de março de 2007
Isso lá é nome de gente...
Tio Juca andava meio aperriado com o roçado, mesmo assim tirou um tempo pra ir até a casa do tabelião registrar as crianças.
- Tô querendo registrar os mininu.
- O senhor tem os nomes?
- Tenho sim. Esse é do mininu, e entregou um papelzinho ao tabelião.
- Uóxto Belizario dos Santos - Que diacho de nome é esse, Seu Juca?
- É coisa da minha filha... ela gosta duma purcaria de grupo baiano... um tar de Tchã, que tem o Jacaré e o CUMPADI UÓXTO.
- Mas não é Uoxto, Juca... é Washington - Anotou no papel e deu ao Juca. Ele que mal sabia escrever o próprio nome não se animou com a novidade.
- Égua! eu num acerto iscrevê isso não. Inda bem que tem outra opção - E deu outro papelzinho ao tabelião.
- Jaquissom vandercleidison Belizario dos Santos
- Pulamordedeus!
- isso não é nome de gente seu Juca.
- Então bota Joaquim Belizario dos Santos, já tão chamando ele di Juquinha mesmo... mas o da minina eu faço questão...
- E como é que vai ser?
- Sheristone Karolayne Belizario dos Santos.
É nessas horas que me dá saudade do tempo que o povo batizava as crianças com o nome do santo do dia...
Com a chegada do meu neto se aproximando (maio) o assunto tem sido uma constante nas conversas em casa. Qual vai ser o nome do bebê?
Tomando como base o exemplo acima minha lista de alguns nomes que eu provavelmente substituiria por algo como aquelizinho(a):
Aquelezinho:
Zewilquer Mayer
Maik Liann
Istive Onder
Jonnyfer Kaiky
Jonata Katerson
Maicosuel Klaudecir
Allace Maquilaren
Ellystony Uélinto
Uélinto Waldecyr
Uóxiton Maique
Rarley Juvens
Wilbert Jaquissom
Letisgô Istive
Jéferçons Waldomiro ...
Aquelezinha:
Quetlen Ethelvina
Creugisllaynne Quetlen
Thuanny Jucylleine
Craudete Doreley
Sheristone Cristinny
Thaylianny Deanny
Hyasmyn Kinberly
Stefanny Karolayne
Wasleska Ketely
Quetlen da Silva
Jenify Bernivalda
Analzira Lineide
Thuanny Malcoviti
Katyelly Katiúcia
Ethelvina Thuanny
Lienne Jandra
Leka Clauzimara ...
Se quiser aumentar a lista deixe sugestões no seu comentário
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4:21:00 PM
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quarta-feira, 14 de março de 2007
Como hoje é o dia da poesia nada melhor que um belo soneto...
Soneto da fidelidade
Quero vivê-lo em cada vão momento
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2:25:00 PM
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2007
PACIENTE
Conhecido comerciante cametaense visitando um de seus imóveis, um prédio comercial onde funcionam vários consultórios...
- Queria falar com o Doutor...
- O Senhor tem hora?
- São nove e quinze.
- Não é isso... O que eu quiz dizer é se o senhor é paciente?
- Mas claro que sim... o doutor já tá me devendo três meses de aluguel e eu ainda não mandei dar uma surra nele.
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6:11:00 PM
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sexta-feira, 24 de novembro de 2006
ACREDITAR E AGIR
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro agir.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante: - Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.
- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade agir e acreditar.
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9:50:00 AM
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terça-feira, 7 de novembro de 2006

No fundo, no fundo...
Um bom exemplo sobre o relativismo de interpretação fotográfica e a polissemia das imagens é esta foto. Para a grande maioria das pessoas, ela passa uma imagem negativa, "o fundo do poço" é inconscientemente relacionado a "dificuldade extrema". Ocorre que a fotografia, antes de tudo, é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algo ou alguém, constrói-se um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema e conta-se uma história, cuja interpretação e leitura, não estão submetida apenas a subjetividade de quem lê, mas, também é determinada pelas relações sócio-históricas que lhe deram origem.
Ler e decodificar uma fotografia sem levar em conta certos detalhes de sua produção e sua materialidade, termina por ser apenas uma leitura arbitrária e pessoal, que, pouco ou nada tem haver com o documento fotográfico.
Para não morrerem de curiosidade, a foto em questão foi tirada numa comunidade carente, que não dispõe de serviços de água, esgoto, iluminação, etc. O poço foi feito em regime de mutirão, para atender a várias casas e sua conclusão foi muito comemorada. Repare que apesar de estar "no fundo do poço" o rapaz não está com cara de derrotado... Uma metáfora visual da dificuldade e superação.
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8:56:00 AM
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sexta-feira, 3 de novembro de 2006

A MORTE ABSOLUTA
Manuel Bandeira
Morrer.
Morrer de corpo e de alma.
Completamente.
Morrer sem deixar o triste despojo da carne,
A exangue máscara de cera,
Cercada de flores,
Que apodrecerão - felizes! - num dia,
Banhada de lágrimas
Nascidas menos da saudade do que do espanto da morte.
Morrer sem deixar porventura uma alma errante...
A caminho do céu?
Mas que céu pode satisfazer teu sonho de céu?
Morrer sem deixar um sulco, um risco, uma sombra,
A lembrança de uma sombra
Em nenhum coração, em nenhum pensamento,
Em nenhuma epiderme.
Morrer tão completamente
Que um dia ao lerem o teu nome num papel
Perguntem: "Quem foi?..."
Morrer mais completamente ainda,
- Sem deixar sequer esse nome.
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10:13:00 PM
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segunda-feira, 23 de outubro de 2006
Previsão de Tempo
Brisa fresca vindo do leste...
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11:31:00 AM
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quinta-feira, 12 de outubro de 2006
DIA DA CRIANÇA
VOCÊ CRIANÇA
Lauro Kisielewicz
Você criança,
que vive a correr,
é a promessa
que vai acontecer...
é a esperança
do que poderíamos ser...
é a inocência
que deveríamos ter...
Você criança, de qualquer idade,
vivendo entre o sonho e a realidade
espargem pelas ruas da cidade,
suas lições de amor e de simplicidade!
Criança que brinca,
corre, pula e grita
mostra ao mundo,
como se deve viver
cada momento, feliz,
como quem acredita
em um mundo melhor
que ainda vai haver!
Você é como uma raio de luz
a iluminar os nossos caminhos,
assemelhando-se ao Menino Jesus,
encanta-nos com todo teu carinho!
Você é a criança,
que um dia vai crescer!
É a promessa,
que vai se realizar!
É a esperança
da humanidade se entender!
É a realidade
que o adulto precisa ver...
e também aprender a ser...
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9:12:00 PM
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sábado, 7 de outubro de 2006
Círio de Nazaré
Belém é uma cidade em festa e o Círio de Nazaré, maior festa da cidade, acontece no segundo domingo de outubro e homenageia Nossa Senhora de Nazaré, padroeira do Estado. Realizada desde 1793, a festa teve origem em Portugal, onde a santa teria salvado a vida de um nobre no momento em que este se viu prestes a cair num precipício com seu cavalo. O fato foi divulgado em Belém pelos portugueses e, tempos depois, um novo milagre da santa teria ocorrido, desta vez salvando a vida de um caçador da Floresta Amazônica.
A festa reúne milhares de fiéis que comemoram a data saindo em procissão, percorrendo a cidade em monumental cortejo até a Basílica de Nazaré, onde a imagem de Nossa Senhora é venerada. Na procissão, a santa é conduzida em um andor ao qual está amarrada extensa corda, que milhares de pessoas disputam o privilégio de segurar como pagamento de promessas feitas e graças recebidas.
O almoço da fé e da confraternização
No Pará, Círio é sinônimo de confraternização em família, simbolizada pelo tradicional almoço do Círio. É quando as famílias fazem uma ceia especial para celebrar a fé em Nossa Senhora de Nazaré.
Na mesa, pratos deliciosos, como o tradicional pato no tucupi e a maniçoba. Comidas genuinamente paraenses, feitas com produtos da imensa floresta amazônica e usados pela culinária indígena.
O Círio tem vários objetos simbólicos que podem ser apreciados durante o seu trajeto, como os carros de recolhimento de promessas, os objetos de promessas, as velas, as crianças vestidas como anjos, as lembranças folclóricas e a corda. Nos carros de recolhimento são depositados os mais diversos tipos de pedidos, com imitações de casas e membros humanos, feitas com madeira ou cera. Estas imitações também simbolizam o agradecimento pela graça alcançada no ano que passou. À esses carros dá-se o nome de “Carro dos Milagres”.
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5:22:00 AM
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sexta-feira, 6 de outubro de 2006
A Feira do Miriti 2006

A Feira do Miriti 2006, vai até o próximo dia 10, na Praça Waldemar Henrique. A feira que se encorporou às tradições do Círio de Nazaré, é uma iniciativa dos artesãos que integram a Associação de Artesãos de Brinquedos de Miriti de Abaetetuba (Asamab). Este ano cerca de 30 mil brinquedos estarão distribuídos em 77 barracas de miriti.
A feira contará com barracas padronizadas em formato de tendas e uma ampla programação cultural com apresentações diárias de músicos e cantores da terra na concha acústica da praça.
Uma pequena amostra da beleza e criatividade exposta na Feira
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9:39:00 AM
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quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Como criar um monstro
Há alguns anos atrás a polícia de Houston, no Texas, Estados Unidos, publicou um folheto que chamou de "Como Criar um Delinqüente". É interessante refletir sobre elas, especialmente os pais e os educadores:
- Comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que ele deseja.
- Quando ele disser palavrões, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante.
- Nunca lhe dê qualquer orientação religiosa. Espere até que ele chegue aos 18 anos, e "decida por si mesmo".
- Apanhe tudo o que ele deixar jogado: livros, sapatos, roupas. Faça tudo para ele, para que aprenda a jogar sobre os outros toda a responsabilidade.
- Discuta com freqüência na presença dele. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
- Dê-lhe todo o dinheiro que ele quiser.
- Satisfaça todos os seus desejos de comida, bebida e conforto. Negar pode acarretar frustrações prejudiciais.
- Tome partido dele contra vizinhos, professores, policiais. (Todos têm má vontade para com o seu filho).
- Quando ele se meter em alguma encrenca séria, dê esta desculpa: "Nunca consegui dominá-lo".
Infelizmente, vemos diariamente exemplos dessa prática e criamos uma geração acostumada a ter de tudo sem esforço próprio, sem dar valor ao trabalho, em famílias que se deterioram, sem valores morais. Culpamos os outros por nossos erros e acreditamos que educar é função apenas da escola.
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11:32:00 PM
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segunda-feira, 2 de outubro de 2006
Aprenda a limpar sua câmera digital

Aprenda a limpar sua câmera digital no CleaningDigitalCameras. Métodos, precauções, Análises, FAQs, Links, vale a pena conferir.
Fonte: bbcworld.com
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7:57:00 PM
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sábado, 30 de setembro de 2006
LISTA DE COMPRAS
Tá certo, essa já é manjada mas na falta de coisa melhor pra fazer...
Um norte americano, morando há pouquíssimo tempo no Brasil, e falando "BEM o português faz a sua lista de compras e vai ao supermercado para tentar abastecer a sua despensa e geladeira. Tendo feito a lista, a seu modo, e com o carrinho à frente, vai lembrando do que precisa:
PAY SHE
MAC CAR ON
MY ONE EASY
PAUL ME TOO
ALL FACE
CAR NEED BOY (MAIL KILO)
AS PAR GOES
KEY JOE (PARM ZOOM)
COW VIEW FLOOR
PIER MEN TOM
BETTER HAB
LEE MOON
ALL ME ROOM
BEER IN GEL
THREE GO
PAY TO THE PIER YOU
Ao final ainda dá um tapa na testa, dizendo:
...IS KEY SEE O TOO MUCH... PUT A KEEP ARE YOU!
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2:58:00 PM
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sexta-feira, 29 de setembro de 2006
Matroska - (arquivos.mkv)
Matroska - (arquivos.mkv)
O nome deriva de matrioska - bonecas típicas russas, no qual uma boneca grande contém outra menor, que contém outra, e assim sucessivamente. Deste modo, os formatos ligados ao Matroska permitem conter dados resultantes de diferentes tipos de codificações (ou codecs) de video e audio.
O projecto Matroska é open-source, e é um container que visa poder oferecer muitas características avançadas, que formatos mais antigos tal como o AVI não suportam. O Matroska suporta por exemplo: áudio de bitrate variável (VBR - Variable Bitrate Áudio) sem quaisquer problemas; frame rates de vídeo e de áudio variáveis (VFR - Variable frame rates); capítulos; o anexar de ficheiros e codecs de vídeo e de áudio modernos, tais como o "Advanced Audio Coding" (AAC), o "Ogg Vorbis" ou O "Realvideo9" (RV9), todos estes codecs o AVI não suporta.
Para evitar interpretações equivocadas e preciso esclarecer que o Matroska não é um formato de compressao de video e também nao pode ser usado para comprimir música ou imagens como MP3 ou JPEG, como também não é um codec (diminutivo para (en)coder - decoder) É mais como um envelope que pode conter audio, video e legendas, permitindo ao utilizador armazenar um filme num só ficheiro, muito mais fácil de manejar.
Apesar de ser uma iniciativa Software Livre, Matroska não se limita a sistemas operacionais livres, como o GNU/Linux: seu parser, ou "analisador léxico", de DirectShow é muito considerado pela equipe do projeto Matroska.
Saiba mais aqui e no site oficial.
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10:45:00 AM
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quarta-feira, 27 de setembro de 2006
Como postar seus vídeos no YouTube
O YouTube é um baú de vídeos no qual o internauta pode procurar desde performances consagradas de Michael Jackson no início de sua carreira até pequenas produções caseiras feitas por usuários do serviço online.
No entanto, mais do que apenas assistir ao conteúdo do site, o interessante é poder atuar diretamente com as ferramentas que o serviço oferece, deixando um vídeo produzido por você, para que as pessoas acessem.
O primeiro passo é entrar no site do YouTube e se cadastrar, caso você ainda não tenha feito isso. Não demora muito.
Basta clicar em “sign up”, que fica na parte de cima da tela, à direita, e colocar seu nome, e-mail e mais algumas outras informações.
Depois que o cadastro estiver pronto, clique em “my account” e um display de funções aparecerá. Ao lado esquerdo você verá um box nomeado de “vídeos”. Dentro dele estará um botão escrito “upload a new video”. Clique lá e você será direcionado a outra página no YouTube.
Nesta nova página você terá que escolher um título para seu vídeo, fazer uma descrição e classificá-lo da maneira que desejar. O serviço ainda pede que você selecione algumas palavras-chave (no campo que estiver escrito tags) para relacionar seu vídeo a buscas de outros usuários do YouTube. Em seguida, ainda na mesma página, escolha o idioma de apresentação do seu vídeo. As opções são: inglês, espanhol, japonês, alemão, chinês e francês.
Depois clique em “continue” na parte de baixo da página e você será direcionado para a segunda parte do processo de subir um vídeo.
Na segunda parte você verá uma caixa e ao clicar em “browse” você busca o vídeo que precisa estar salvo em seu computador. Dentro deste box, há também a informação de que o vídeo deve possuir, no máximo, 100 megabytes e durar no máximo dez minutos.
Certifique-se de que o vídeo que você esteja publicando não possua direitos autorais. A cada passo realizado, o site do YouTube avisa o usuário várias vezes para prestar atenção nesta questão.
Abaixo do box você terá duas opções de publicação do seu vídeo: para todos acessarem (Public) ou para apenas seus contatos cadastrados no YouTube (Private). O site recomenda o “public”, mas se você não quiser que todos assistam, utilize o private e depois escolha quem poderá assistir. Com as informações corretas preenchidas, clique em “upload video”.
A publicação pode demorar, dependendo do tamanho do vídeo. Mas você só terá a certeza de que ele foi publicado corretamente se receber a mensagem pelo site. Por isso, é necessário esperar.
Depois que estiver publicado é só avisar os amigos para acessarem seu vídeo. É possível cadastrá-lo em seus favoritos e assistir e avaliar.
Agora você já sabe o que fazer com aquele vídeo ridículo que você tem guardado.
Do site IDGNow.
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Fernando Souza
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11:32:00 PM
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terça-feira, 26 de setembro de 2006
Conquiste a Rede
Conquiste a Rede é uma coleção sobre ferramentas que permitem a você, com um pouco de conhecimento, ser dono de um veículo de comunicação. São quatro livros, assinados por Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei, que podem ser lidos sem custos por qualquer internauta. Os livros fazem referências a programas e serviços gratuitos e disponíveis para usuários de Linux, PC e Mac.
A obra está dividia em quatro volumes:
Podcast: leia dicas sobre os equipamentos necessários e programas que você pode baixar da rede e descubra mais sobre edição de som;
blogs: veja dicas de publicação e manutenção e entenda melhor as regras de direito autoral na internet;
fotologs (flogs) e os videologs (vlogs): Descubra os melhores programas para editar fotos e vídeos e leia dicas sobre captação e edição de imagens;
jornalismo cidadão: um fenômeno que despontou no começo do século e tem dominado a produção de conteúdo na internet (está ai o Overmundo que não nos deixa mentir). Descubra o que é necessário para se produzir uma notícia e como é possível colaborar com os inúmeros espaços colaborativos da internet.
Os livros estão licenciados com uma licença Atribuição-Uso Não Comercial-Compartilhamento pela mesma Licença e podem ser baixados no banco de cultura do site Overmundo.
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Fernando Souza
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7:10:00 AM
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sábado, 23 de setembro de 2006
Humilhação
Você acha sua câmera de 7 ou 8 mega pixels o máximo??? Tudo bem, é melhor que a minha mas isso aqui (160 mega pixels) já é humilhação. kkkk
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Fernando Souza
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quarta-feira, 20 de setembro de 2006
Entendendo o noticiário político 2
fogo amigo - Os americanos cunharam, durante a guerra do Vietnã, a expressão "friendly fire" — "fogo amigo" — Quando o soldado, devido a certas circuntâncias, é atingido por um companheiro. No politiquês significa que alguém falou mais do que devia. José Serra, No programa eleitoral, disse que - eleito - vai promover um sistema de avaliação “contínua” nos alunos da rede estadual de ensino, até há pouco administrada por Alckmin. “Para que aprendam de verdade e passem de ano sabendo”, disse Serra, dando a entender que hoje os alunos não aprendem “de verdade” e numa crítica mais do que direta ao sistema de progressão continuada que aprova automaticamente os estudantes de escolas públicas. Com um amigo desses... Outro exemplo recente foram as acusações de de Rogério Buratti, que levaram o Ministro Palocci a deixar o governo.
Base aliada - Significa, metaforicamente falando, "farinha do mesmo saco".
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Fernando Souza
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10:49:00 PM
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segunda-feira, 18 de setembro de 2006
Como enteder o noticiário político?
Direita, Cento-direita, Centro, Cento-Esquerda, Esquerda, Ultra-Direita, Esquerda xiíta... são tantas as direções que ninguém sabe ao certo que rumo tomar... Como entender esse mapa político onde se muda de pardido como quem troca de camisa?
Para complicar ainda mais, a linguagem usada nesse universo, o "politiquês", parente próximo do igualmente degenerado "economês", é uma linguagem cifrada, freqüentemente impenetrável que passou a assolar o jornalismo brasileiro nas últimas décadas, tal qual ocorre com as dimensões exageradas do noticiário político.
A ênfase dada à forma, em prejuízo do conteúdo é notória em manchetes e chamadas jornaliísticas. Termos e expressões como "relator", "comissão mista", "substitutivo", "colégio de líderes", "votação simbólica", "destaque para votação em separado" ou "pauta do Congresso travada por excesso de MPs" O vasto noticiário político parece querer excluir, propositadamente, o grande público.
Sanguessugas, Ratos, Laranjas, Picaretas, Mensalão, Pizzas e outras palavras usadas com significados bastante distantes do uso comum, como podemos ver, o problema vai bem além da questão semântica, é preciso entender que o sentido das palavras, muda assim como mudam os partidos e seus membros, portanto é preciso contextualizá-las.
Vamos a alguns exemplos desse complicado código e alguns possíveis significados:
Consenso
Um acordo virtual, sobre matérias que não se sabe exatamente quais são, mas sobre as quais se suspeita existirem opiniões muito diferentes, que nenhuma das partes está muito interessada em conhecer. Durante o processo de procura do consenso todos se sentem obrigados a fingir boa vontade para chegar a resultados práticos que, em definitivo, ninguém quer chegar.Há dois desfechos possíveis para o consenso: o positivo e o negativo (em rigor equivalem-se nos efeitos finais).No consenso positivo concorda-se com «grandes princípios», o que entre gente sem princípios não significa o que significa.No consenso negativo concorda-se que não se concorda, por a outra parte estar de má fé como se demonstrou durante o processo negocial.
Acordo
Esse é o verbete tem tantos significados no dicionário de politiquês, que é praticamente impossível classificá-lo. Digamos que pode significar qualquer coisa que resulte em prejuízo para o seu bolso.
Continua no próximo post.
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Fernando Souza
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quinta-feira, 14 de setembro de 2006
Voto virtual - a urna eletrônica é segura?
Implantada no Brasil há 10 anos, a votação eletrônica, é tema de debates entre estudiosos que analisam riscos da urna eletrônica e suas possíveis falhas.
Para o advogado Paulo Gustavo Sampaio Andrade, editor do site Jus Navigandi, a certeza de que a urna eletrônica é 100% segura lembra a idéia que se fazia do Titanic e das torres do World Trade Center antes do desastre. “Se o sistema eletrônico eleitoral é imune a fraudes, considerada uma suposta perfeição técnica e a natureza biológica das pessoas envolvidas” — compara ele — “o sistema financeiro já teria adotado o projeto e contratado as pessoas que criaram e utilizam o sistema eleitoral eletrônico para pôr fim aos inúmeros golpes existentes, por exemplo, nos caixas eletrônicos e nos bancos via internet”.
Essa indagação não perpassa o Tribunal Superior Eleitoral. Na semana passada, o presidente do TSE, ministro Marco Aurélio, reafirmou a confiança na votação eletrônica: “uma das experiências mais exitosas do país, na medida em que
logramos afastar o manuseio das cédulas”, a partir das eleições municipais de 1996. “De lá para cá, não tivemosnenhuma impugnação de substância, de peso” contra a lisura das urnas, reafirmou.
Leia a matéria completa.
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Fernando Souza
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Programas open source e freeware
Uma pequena lista de programas open source e freeware. Vale a pena conferir
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Fernando Souza
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terça-feira, 12 de setembro de 2006
Campanha Eleitoral
Há o bom e o mau candidato.
O que suja a cidade, você já sabe o caráter
Seu candidato, por coincidência,
é o que joga panfletos na rua?
Até seu filho
sabe o nome daquele político que suja
as ruas na disputa eleitoral.
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Fernando Souza
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12:00:00 PM
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domingo, 10 de setembro de 2006
X Feira Pan-Amazônica do Livro

Luís Fernando Veríssimo, MV Bill, Danuza Leão, Milton Hatoum e Ariano Suassuna são alguns dos convidados especiais da X Feira Pan-Amazônica do Livro, que começa na próxima sexta-feira, dia 15, no Centro-Eventos Júlio César. Como acontece todos os anos, a programação é ampla e inclui seminários, cursos, mini-oficinas, exposições e mostra de cinema, de 10h às 22h, tudo com entrada franca. A realização é do Governo do Pará, por meio da Secretaria Executiva de Cultura (Secult), e a programação está disponível no site. O Peru é o país homenageado e o patrono será o escritor Eidorfe Moreira.
No ano em que comemora seu décimo aniversário, a Feira Pan-Amazônica do Livro se consolida como o quarto maior evento do gênero no Brasil. Em 2005 foram 326 mil visitantes em dez dias de programação, um número que deve ser superado, já que o evento registra um crescimento de 15% a cada ano. Segundo explica Lorena Souza, coordenadora da Feira do Livro, além da oferta de títulos, a programação oferece atividades educativas, acadêmicas, atrações artísticas e ainda incentiva a leitura com atividades realizadas durante o ano inteiro.
A Feira Pan-Amazônica do Livro não se resume aos dez dias. Realizamos o Sarau da Feira, a Gincana Literária, visitamos escolas em Belém e no interior. Tudo isso envolve professores e alunos, que afinal são o nosso público em potencial', diz ela.
Um dos espaços mais concorridos da Feira Pan-Amazônica do Livro é o Café das Letras, que receberá diariamente, sempre às 19h30, escritores consagrados para um bate-papo com o público. É lá que estarão Luís Fernando Veríssimo e Mariana Veríssimo, Dante Castro e Róger Rumrrill, Nélida Piñon, Elizabete Vidal, Milton Hatoum, o cineasta Maurice Capovilla, a cronista Danuza Leão e o jornalista Paulo Markun.
Pela manhã, o Café das Letras terá a participação de escolas do interior, que apresentarão performances baseadas nas obras de Renato Gusmão, Luiz Carlos França, Shirley Castilho, Eldo Rocha, Romeu Neto, Lindarlene Farias e José Maria Frade. A apresentação é de Alfredo Garcia, sempre às 10h30.
Os adolescentes são o foco do Papo Cabeça, a partir das 15 horas. Política, atividades físicas, drogas, preconceito, internet e mercado de trabalho estão entre os temas debatidos, com apresentação da jornalista Adelaide Oliveira e apoio do Pró-Paz.
Às 17 horas entram em cena espetáculos com o Teatro de Bonecos dos Correios, leituras dramáticas das obras de Guimarães Rosa e João Cabral de Melo Neto com alunos da escola estadual Virgílio Libonati e ainda o debate da obra de Mario Vargas Llosa, com Amarílis Tupiassu e Laís Zumero, e um recital de poemas de Antônio Moura com o Duo Vital, formado por Patrícia Vital e Leandra Vital, entre outras atrações.
Outro momento aguardado é o Talkshow que vai trazer a Belém pela primeira vez o rapper MV Bill, dia 21, às 15 horas, no auditório. MV Bill vai falar sobre o documentário 'Falcão - meninos do tráfico', que acompanhou a rotina de jovens da periferia envolvidos com o tráfico de drogas em várias cidades brasileiras. O bate-papo terá a participação do grupo de dança Estilos de Belém-Icoaraci.
Uma das maiores expressões do pensamento filosófico no Brasil, o paraense Benedito Nunes vai estar ao lado do escritor Ariano Suassuna na programação chamada Vitrine Literária, dia 23, às 19h30. Suassuna foi uma das estrelas da Feira Pan-Amazônica do Livro no ano passado, quando lotou o auditório e deixou o público encantado com sua genialidade e seu bom humor.
O projeto Memórias Literárias acontece dia 17, no mini-auditório, a partir das 10h, com a palestra 'Belém de Max Martins', proferida por Benedito Nunes. A Belém de Dalcídio Jurandir, Eneida de Moraes e Marques de Carvalho também estará na pauta de
Gunter Karl Pressler, Eunice Ferreira dos Santos e Carmen Barreto Rocha, respectivamente.
Benedito Nunes volta a participar da Feira Pan-Amazônica do Livro no dia 20, abrindo o ciclo de palestras sobre literatura brasileira no mini-auditório. No primeiro dia do evento, o tema será 'Eidorfe: O filósofo da geografia' e haverá ainda a participação de Aldrin Moura de Figueiredo, Sílvio Holanda e Amarílis Tupiassu. Dia 21 Benedito Nunes fala sobre Guimarães Rosa e dia 22 Acyr Castro, Paulo Nunes e Lilia Silvestre Chaves tratam de autores paraenses como Bruno de Menezes. O dia 23 será dedicado a Mário Quintana, com palestras de Ana Maria Lisboa de Mello, João Carlos Pereira, Alonso Júnior e Paulo Becker.
Serviço:
X Feira Pan-Amazônia do Livro. De 15 a 24 de setembro, de 10h às 22h, no Centro-Eventos Júlio César (Almirante Barroso com Júlio César). Abertura dia 15, às 19h, no auditório, com a exibição de um documentário sobre os dez anos do evento e apresentação da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz. Entrada franca. Agendamento para atividades programadas até dia 13, das 9h às 12h e de 14h às 18h, pelos telefones (91) 4009-8746 e 4009-8714 ou no Teatro da Estação Gasômetro - Parque da Residência (Av. Governador Magalhães Barata, 830).
Fonte: http://www.orm.com.br/oliberal/
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Fernando Souza
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